Falta de opção no mercado adia definição no comando técnico do Bahia
O técnico deve ser efetivado no cargo em caso de vitória diante do Atlético-GO
O técnico deve ser efetivado no cargo em caso de vitória diante do Atlético-GO
Salvador, BA, 30 (AFI) – Em meio a luta contra o rebaixamento, o Bahia adotou a ‘lei do silêncio’ quando questionado sobre a possível efetivação de Preto Casagrande no comando técnico da equipe. Quando optou por dar uma chance ao atual treinador, a diretoria afirmou que o mesmo teria cinco jogos para mostrar serviço. Passado esse tempo, nenhuma decisão foi tomada e o clube corre sérios riscos de cair para a Segunda Divisão.
A falta de opções no mercado pode ter ajudado nessa indecisão da diretoria do Bahia. O mais cotado para assumir o cargo era Eduardo Baptista, ex-Palmeiras e Atlético Paranaense, que optou por não dirigir mais nenhum clube até o final da temporada.
No entanto, o Tricolor tenta adiar o anúncio da efetivação de Preto, prevendo que algum outro nome fique livre no mercado nos próximos dias.O mais ameaçado é Dorival Júnior no São Paulo. O treinador, no entanto, deve tomar a mesma decisão de Eduardo Baptista em caso de demissão.
“Temos um bom tempo de trabalho com a pausa para as Eliminatórias. Quero aproveitar esse fator para encorpar o time para podermos brigar novamente pela parte de cima da tabela. Não conversamos sobre minha continuidade como treinador. Sou funcionário do clube e farei o que me pedirem”, disse Preto Casagrande.
A preocupação se dá, pois o Bahia está na 14ª colocação do Brasileirão, com 26 pontos, apenas um da zona de rebaixamento. O próximo desafio será apenas no dia 11 de setembro, às 20h, diante do Atlético Goianiense, lanterna da competição, no Olímpico.





































































































































