O recomendável seria o treinador Matheus Costa povoar o meio de campo do Guarani, dando mais regularidade ao time.
Observou a falta de criatividade da equipe e dependência apenas de jogadas isoladas. E arrematou que a equipe precisa melhorar muito.
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 23 (AFI) – O lúcido bugrino Luiz Otto Heimel, fiel integrante na seção de comentários na plataforma do Blog do Ari, no link
https://blogdoari.futebolinterior.com.br/, definiu com propriedade esta vitória do Guarani contra o Velo Clube.
Ele elogiou a conquista dos três pontos, mas observou a falta de criatividade da equipe e dependência apenas de jogadas isoladas. E arrematou que a equipe precisa melhorar muito.
Então sejamos objetivos: neste jogo em Rio Claro, não fosse a segurança do goleiro Caíque França, qual a certeza que o Guarani conquistaria a vitória?
Se os goleiros fossem Dálberson e Andrey a meta bugrina não seria vazada?
No máximo o Guarani empataria, e isso abriria motivos para críticas ao treinador Matheus Costa.
Com a vitória, tudo se acalmou, e eventuais críticas são substituídas pela mensagem que está se restabelecendo o clima de confiança.

Foto: Raphael Silvestre – GFC
SÓ O GOL DE PÊNALTI
Por que esse preâmbulo?
Porque afora o gol de pênalti, o Guarani não criou nada ofensivamente.
Motivo?
Ainda não se observa compactação da equipe.
O recomendável seria o treinador Matheus Costa povoar o meio de campo.
O meia Isaque é imprevisível. Se bem que bem marcado, desaparece em campo.
Logo, o indicado seria a opção de mais um meia, desde que não seja o argentino Diego Torres.
Vê-se a inconsistência do lateral-esquerdo Emerson Barbosa na articulação ofensiva, enquanto no lado direito tem sido improvisado um zagueiro – caso de Raphael Rodrigues – como lateral.
Assim, tem faltado articulação, e na maioria das vezes foi visto bola alongada ao ataque da defesa, sem passar pelo meio.
A rigor, uma das estratégias adotadas foi o time tocar a bola no campo defensivo, com a finalidade de atrair o adversário para avanço de linhas, e assim optar por bola alongada, principalmente para o veloz Mirandinha.
MARANHÃO ESTÁ DEVENDO
Na outra beirada de ataque, Guilherme Parede ainda não se soltou conforme o projetado.
Quanto ao centroavante Maranhão, sem que seja abastecido com passes qualificados, tem sido uma nulidade neste Paulistão.
Onde o Guarani melhorou?
Claro que jamais pode-se desconsiderar arranjos defensivos com a dupla de zaga formada por Maurício Antônio e Jonathan Costa.
Acrescente, também, a combatividade na cabeça da área dos volantes Willian Farias e Nathan Melo.
COMO SERÁ A SÉRIE C
Pelo visto, este time do Guarani não representa risco de rebaixamento neste Paulistão, e interroga-se até onde pode chegar na Série C do Brasileiro, a partir de abril.
É indispensável a contratação de um meia condutor de bola, com a cobrada velocidade para se aproximar da área adversária.
Evidente que, dos contratados, aguarda-se melhor desempenho de Maranhão e Guilherme Parede.
Também não se sabe qual será a cara da Série C, como os integrantes já estão se preparando para reforçar os seus respectivos elencos.





































































































































