Ex-técnico do Jaciobá se defende após acusação de cobrar dinheiro de atleta

Tito Lizandro, meia boliviano, denunciou Edilson Santos, ex-técnico do Azulão

Tito Lizandro, meia boliviano, denunciou Edilson Santos, ex-técnico do Azulão

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Pão de Açúcar, AL, 30 (AFI) – Após matéria divulgada pelo Portal Futebol Interior no último sábado, 28 de março, Edílson Santos pediu direito de resposta.

Em matéria publicada pelo Jornal das Alagoas, o meia boliviano Tito Lizandro denunciou o técnico por cobrar R$ 2.526,00 para ter uma chance no Jaciobá.

Entretanto, o atleta apenas participou dos treinamentos e sequer participou de um jogo-treino, além de não ter seu nome publicado no Boletim Informativo Diário (BID).

Edílson Santos, ex-técnico do Jaciobá

Edílson Santos, ex-técnico do Jaciobá

VEJA O DIREITO DE RESPOSTA:

“Quem está falando é Edílson Santos, ex-treinador do Jaciobá e que, covarde e levianamente está sento atacado com essa denúncia de receber dinheiro do jogador em benefício próprio. Entendam o caso por meio dessa nota. Em novembro de 2019, comecei a montar a equipe do Jaciobá, juntamente com o responsável, Lúcio Brandão, que responde diretamente por minha ida.

Foi indicado, entre outros jogadores, o meia boliviano Pablo Galhardo, que seria contratado pela equipe. Este jogador, anteriormente, trabalhou comigo. Pois bem, o Pablo me indagou se o Tito Lisandro, atleta citado nessa polêmica infeliz, teria falado com o Pablo para falar comigo pra vir pro clube e ficar com o grupo.

Ele ajudaria com suas despesas financeiras. Eu falei com o responsável direto pelo clube sobre a possibilidade. Ele respondeu que não teria como contratar mais ninguém, mas se realmente o viesse com despesas pagas não teria problema. Assim foi passado ao jogador, com ele ainda em seu pais.

O atleta, quando chegou, passou R$ 1.500,00, como tem na matéria do Jornal de Alagoas. Foi passado R$ 1.300,00 para pousada e R$ 200,00 foi passado para eu colocar gasolina, porque iria em Aracaju.

O senhor Lúcio, responsável pelo clube, posteriormente, fez o contrato do jogador. É bom frisar que o atleta já era profissional e gerou taxas e boletos.

O jogador sabia que teria de pagar ainda no seu pais. Ele soube e pagou. Eu saí do comando da equipe, mas deixei tudo acertado com o Lúcio em relação à regularização.

Mandei mensagem para o atleta perguntando se estava tudo certo e ele falou, a princípio, que sim. Depois, veio falar que ainda não. Então entrei em contato com Lúcio, que me falou que estava resolvendo com o atleta.

O que eu quero falar aqui é isso. É muito importante. Eu me tornei uma peça no meio de uma briga de bastidor.

Se vocês não sabem, o Jaciobá está sob intervenção judicial e com interesses em atingir os outros. Eles acabaram me atingindo dessa forma covarde e leviana”.