Ex-Seleção, Felipão deixa no ar armação da CBF de vaga na Liberta: "já estão escolhidos"
Treinador afirmou que "não seria interessante para o futebol brasileiro ter dois clubes do Sul e dois de Minas" na Liberta
Treinador afirmou que "não seria interessante para o futebol brasileiro ter dois clubes do Sul e dois de Minas" na Liberta
São Paulo, SP, 23 (AFI) – Ao contrário de sua mentalidade dentro do campo, o treinador Luiz Felipe Scolari foi ao ataque durante a entrevista coletiva após a vitória sobre o Corinthians, por 1 a 0, no Itaquerão, no último domingo, pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro. Felipão disparou contra a arbitragem e deixou no ar um possível arranjo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para que um time paulista esteja na Libertadores do ano que vem.

“(Não seria) interessante para o futebol brasileiro ter dois clubes do Sul e dois de Minas. É bom ter um de São Paulo e, quem sabe, um do Sul”, afirmou o treinador em entrevista coletiva. Na saída do campo, Felipão se dirigiu ao delegado do jogo, Wilson Luiz Seneme, e afirmou que “já estão escolhidas as equipes que vão à Libertadores.”
Vale lembrar que há menos de seis meses, Luiz Felipe Scolari era funcionário da CBF, pois comandava a Seleção Brasileira. Mesmo assim, o treinador não poupou críticas a arbitragem do futebol nacional.
“O árbitro não é profissional, ele trabalha em outra empresa, não vai mudar nada pra ele. Aqui é o bico. Um clube que vai ser prejudicado em R$ 30 milhões, R$ 40 milhões, não vai ser ressarcido”, completou.
A reclamação de Felipão contra a arbitragem se deu depois de um lance no primeiro tempo, no qual a bola tocou na mão de Fábio Santos, dentro da área, após cruzamento. A imagem mostra que a bola tocou claramente no braço, mas Ricardo Marques Ribero, árbitro FIFA, preferiu deixar passar depois de consultar os auxiliares.
“Não é contra os times do Rio Grande do Sul, é contra o Grêmio. Vejo que nos nossos jogos não foi aquilo que a gente esperava no sentido da arbitragem, com erros crassos. Se falarmos alguma coisa, vamos ser punidos, nós, que somos os prejudicados, não temos o direito de expressar nossa opinião”, encerrou.





































































































































