Ex-Ponte, Cajá provoca Imperatriz após acesso do Juventude: "Me apresentar ao presidente"
Os jogadores do time gaúcho não gostaram dos comentários, ao longo da semana, da equipe adversária
Os jogadores do time gaúcho não gostaram dos comentários, ao longo da semana, da equipe adversária
Caxias do Sul, RS, 09 (AFI) – O Juventude retornou à Série B do Campeonato Brasileiro ao derrotar o Imperatriz por 4 a 0, na noite desta segunda-feira, no Alfredo Jaconi. Herói da partida com três gols, o meia Renato Cajá se comportou surpreso com a partida realizada, mas aproveitou o momento para provocar o presidente do Imperatriz, Adalto Carvalho.
“Nunca imaginava fazer esses gols. Agora precisa me apresentar para o presidente do Imperatriz. Ele disse que não me conhecia. Não sei se ele está ouvindo, mas precisa falar para ele aí. Precisa respeitar o Juventude, que tem uma das camisas mais pesadas do Brasil, e não denegrir nossa imagem. Nós respeitamos e fizemos quatro”, falou o Renato Cajá.
E não foi só Renato Cajá, que aproveitou para alfinetar membros da delegação do Imperatriz. O zagueiro Sidimar também não gostou da repercussão durante a semana e mandou mensagem.
“O Juventude não merecia estar na Série C. Trabalhamos duro e conseguimos conquistar nosso objetivo. Não foi fácil. Passamos por muita coisa. As pessoas do Imperatriz falaram muita coisa. Mas é isso. Quem está na Série B é o Juventude”, concluiu o zagueiro.
Agora, o Juventude vai encarar o Náutico, que passou pelo Paysandu nos pênaltis, nas semifinais. Do outro lado do chaveamento estão Confiança e Sampaio Corrêa.
REI DO JACONI
Renato Cajá foi ovacionado na noite desta segunda-feira. O jogador deixou o campo com os torcedores o aplaudindo de pé. O meia ainda foi muito elogiado pelos jornalistas da Rádio Caxias, que o escolheram como o melhor jogador do duelo.
“Jogo grande é para jogador grande. Na hora decisiva, o jogador que foi contratado para definir aparece. Ele fez uma partida perfeita e vai poder fazer o que falou. Se apresentar para o presidente do Imperatriz”, disse o jornalista Flávio Fiorin.





































































































































