Ex-jogadores vão ao Nicolau Alayon e matam a saudade do Moleque Travesso
Raudnei e Táta foram ver o emapte sem gols entre Audax e Juventus na capital
Os jogos do Juventus são normalmente acompanhados por ex-jogadores, principalmente dentro do lendário Estádio Conde Rodolfo Crespi, na Rua Javari, no tradicional bairro da Mooca. Mas alguns deles foram ao Estádio Nicolau Alayon, neste sábado cedo.
São Paulo, SP, 27 (AFI) – Os jogos do Juventus são normalmente acompanhados por ex-jogadores, principalmente dentro do lendário Estádio Conde Rodolfo Crespi, na Rua Javari, no tradicional bairro da Mooca. Mas alguns deles foram ao Estádio Nicolau Alayon, neste sábado cedo, ver o Moleque Travesso empatar sem gols com o Audax, pela quarta rodada da Copa Paulista.

Um deles é o centroavante Raudnei, que agora é empresário de jogadores. Ele estava, portanto, observando os atletas.
“A gente que trabalha com futebol tem que estar no campo sempre olhando tudo que pode”, explicou.
Outra presença marcante foi de Táta, meia que atuou na década de 90, acompanhado do seu neto de 10 anos, que mora em Dubai, mas passa férias no Brasil e fez questão de assistir uma partida do time onde o avô brilhou.
Táta não escondeu a emoção de rever o Juventus em campo:
“Ah, dá saudade! Muita saudade. Era muito gostoso jogar pelo Juventus” disse Táta.
Além de Raudnei e Táta, estava ali também, só que trabalhando o Fernando Diniz, outro ídolo juventino, hoje técnico do Audax.





































































































































