Estrada da volta é implacável com veteranos de Corinthians e Grêmio
Pelo menos cinco estão da lista do ‘quem te viu e quem te vê
O jogo Corinthians 2 x 0 Grêmio na noite desta quarta-feira, no Estádio do Pacaembu, foi mais um capítulo da história do ‘quem te viu e quem te vê’ para vários jogadores claramente em final de carreira.
Apesar do gol e do esforço incomum pra convencer, Emerson Cheik se transformou num jogador previsível e marcável. Já não brilha como outrora.
Leio e ouço dezenas de elogios ao meia Danilo e discordo. Não seria estúpido ignorar a inteligência dele jogando futebol, mas as pernas ficaram cansadas e o transformaram num jogador de pouca mobilidade. Dá o ‘tapa’ na bola e aí seja aquilo que Deus quiser.
No Grêmio você bate o olho e detecta facilmente ‘bananeiras que deram cacho’, no sentido figurado do futebol.
O meia Elano ainda tem uma boa bola parada, mas até quando só isso será o suficiente para o time que ele estiver vinculado?
BARCOS
Cadê o torcedor palmeirense que criticou dirigentes de seu clube quando disponibilizaram o atacante argentino Barcos para o Grêmio?
Desculpem o trocadilho, mas você há de convir que foi uma tremenda barca furada para o clube gaúcho. Presa fácil para a eficiente marcação da zaga corintiana.
E o atacante Kleber Gladiador, então? Nem de longe lembra aquele instigante jogador dos tempos de Palmeiras.
Portanto, sem a mínima pretensão de ser coveiro no futebol indago: será que os treinadores não estão observando isso?
Pra completar, e fazendo citação de garotão, quando o gremista Biteco jogou bola?
Será que fui sorteado nas três partidas que assisti dele?
Nelas não jogou absolutamente nada e continua por lá.





































































































































