Estilo competitivo do Santo André vai exigir mais do Guarani
Jogo será às 22h desta segunda-feira
Estilo competitivo do Santo André vai exigir mais do Guarani
Restrições de atividades impostas pelo governo do Estado de São Paulo, com paralisação do Paulistão por cerca de um mês, serviram pra bagunçar a tabela do Paulistão.
Se há clubes que cumpriram agenda de nove jogos, como São Paulo, Corinthians e Bragantino, outros, como a Ponte Preta, ficaram na realização de sete partidas.
Vejam a situação do grupo A em que o Corinthians está garantido na segunda fase. Outra vaga está aberta e disputada por todos os demais integrantes do grupo, com seis pontos, casos de Santo André, Inter de Limeira e Botafogo.
Logo, na mesma proporção que brigam pela classificação, correm risco de rebaixamento, embora o Botafogo tenha realizado oito jogos, enquanto Inter e Santo André sete.
QUEM É ESSE SANTO ANDRÉ?
Adversário do Guarani na segunda-feira, em jogo das 22h no ABC, o Santo André mostrou futebol competitivo mesmo na derrota por 2 a 0 diante do São Paulo.
Na ocasião, o goleiro Volpi foi exigido e praticou defesas difíceis.
Caso repita o futebol nesta segunda-feira, certamente o Santo André vai exigir do Guarani muito mais daquilo demonstrado diante da Ferroviária, apesar da vitória de virada naquela ocasião.
Santo André conta com jogadores rodados como os meias Paulo Roberto, 34 anos de idade, ex-Corinthians, e Gegê, 27 anos, quatro anos de Botafogo do Rio, e histórico de poucos gols na carreira.
Canhoto, Gegê sabe proteger a bola ao explorar o porte físico avantajado, elogiável visão de jogo, mas falta-lhe velocidade.
Atacante de beirada, Minho, 29 anos, é driblador, sem contudo definir bem as jogadas.
O mais experiente da equipe é o goleiro Fernando Henrique, 37 anos, porém com reflexo e elasticidade para saída da meta.
BRUNO SANTOS
Reprise do jogo do Santo André contra o São Paulo, que acompanhei durante o segundo tempo, serviu para mostrar que a preferência de saída de bola do Azulão foi com o ágil lateral-esquerdo Bruno Santos, que no estilo lembra o destemido Reinaldo, do São Paulo, para arrancar com a bola e fazer a diagonal ao atingir a intermediária adversária.
Quando, de trás, opta por alongar a bola, geralmente o passe é rasteiro e em busca do companheiro desmarcado.
Resta saber se a impressão deixada na sexta-feira será confirmada diante do Bugre.





































































































































