ESPECIAL FI! Guarani faz a pior campanha dos últimos anos na Série A2
A campanha do Guarani em 2016 é pior que a dos últimos dois anos. O alerta está ligado no Brinco
A campanha do Guarani em 2016 é pior que a dos últimos dois anos. O alerta está ligado no Brinco
Campinas, SP, 02 (AFI) – Sem vencer há três jogos, sendo duas derrotas consecutivas, o Guarani já ligou o sinal de alerta e sabe que precisa reagir para pelo menos entrar no grupo dos oito primeiros colocados do Campeonato Paulista da Série A2. O problema é que a confiança está abalada, e, além disso, os números não favorecem. O Bugre faz sua pior campanha dos últimos dois anos no Estadual.
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Atualmente o Guarani é apenas o décimo colocado, com 14 pontos conquistados. Coleciona apenas três vitórias, cinco empates e duas derrotas, a última diante do limitado Paulista de Jundiaí, por 1 a 0, em pleno Estádio Brinco de Ouro da Princesa. Resultado que irritou os torcedores nas arquibancadas.
A campanha é muito abaixo da expectativa do torcedor, inclusive do próprio elenco e diretoria, que antes do campeonato mostravam confiança e entusiasmo com o planejamento feito com o objetivo de conquistar o acesso. A vitória sobre o Monte Azul, por 3 a 1, fora de casa, na primeira rodada, iludiu muita gente.
Tanto é que os números do time em 2016 são piores que os de 2015 e 2014. Em 2014, por exemplo, o Bugre tinha um elenco limitado e para ajudar iniciou a Série A2 tendo que mandar seus jogos em Bragança Paulista – Brinco de Ouro estava interditado. E na décima rodada do campeonato somava 15 pontos e ocupava a sétima posição. Na ocasião o técnico era o experiente Márcio Fernandes, hoje no Botafogo de Ribeirão Preto.
Na temporada passada o Guarani novamente entrou no campeonato como um dos favoritos ao acesso. Principalmente por ter a ajuda financeira da Relógios Magnum, até hoje parceira do clube. Na ocasião o time era comandado por Marcelo Veiga, outro treinador com bagagem. E na décima rodada o time cumpria a papel de favorito, tanto que somava 19 pontos e era o quarto colocado – atrás apenas de Ferroviária, Oeste e São Caetano.
Ou seja, mesmo em melhor situação financeira, se comparado com os últimos anos, o Guarani está longe de desencantar ou pelo menos mostrar ao seu torcedor que tem força para brigar pelo acesso. Tanto é que pouco mais de 1.700 pessoas compareceram ao Brinco de Ouro na terça-feira á noite para acompanhar o duelo contra o Paulista. Número que condiz com a situação do time na tabela do Estadual.
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Ficou evidente, após o duelo contra o Paulista, que o vestiário do Guarani está abalado. O goleiro Pegorari chamou para si a responsabilidade da derrota, já que falhou ao sair do gol e o zagueiro Rodrigo Arroz ficou livre para empurrar para as redes. O zagueiro Thiago Carpini foi além e falou em ‘omissão’ e ‘medo de jogar’ de alguns jogadores.
E para completar o técnico Pintado se exaltou em entrevista coletiva após ser questionado sobre uma possível discussão com o atacante Flávio Caça-Rato (não teria gostado de ser substituído). Tudo isso acontecendo diante de protestos da torcida dentro e fora do estádio. Clima que piora e aumenta ainda mais a pressão por uma reabilitação no campeonato.
Pintado confia no elenco e após a partida disse que o time precisa de uma nova postura. Está esperando por reforços (inscrições vão até a próxima sexta-feira) para que tenha mais peças de qualidade para tirar o time desta situação. Enquanto isso se apega ao retorno do centroavante Max, lesionado e que deverá ser titular no final de semana. Chega para suprir a carência de gols, coisa que Caça-Rato, Gabriel Rodrigues. Lorran, Raí e Ricardinho não vem conseguindo fazer.
O Guarani volta a campo no próximo sábado para enfrentar o único invicto da Série A2, São Caetano, às 17 horas, no Estádio Anacleto Campanella, no ABC Paulista. O Placar FI acompanhará o duelo em tempo real.





































































































































