ESPECIAL! Ex-jogadores afudam os clubes como presidentes
Campinas, SP, 16 (AFI) – O que os ex-jogadores fazem depois que param de atuar profissionalmente. Alguns viram comentaristas, outros treinadores, mas sempre têm aqueles que tentam a sorte como dirigentes e vão além, como presidentes, mas nem sempre dão sorte e acabam jogando no lixo o que conquistaram ao longo de muitos anos dentro dos campos. Não é tão simples dirigir um clube como muita gente pensa.
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Exemplos não faltam pelo Brasil. No Vasco da Gama, bastou o ex-atacante do clube e da Seleção Brasileira, Roberto Dinamite assumir para que o time da Colina fosse rebaixado pela primeira vez na história para a Série B do Brasileirão após uma campanha medíocre dentro do Brasileirão de 2008.
Dinamite sofreu com a falta de experiência fora dos gramados na parte administrativa, pois tentava se eleger presidente do clube carioca há muito tempo, sempre criticando a gestão do seu antecessor, Eurico Miranda, que por mais que sofresse no comando o Vasco, jamais deixou o clube parar na Série B.
Além disso, para completar o fiasco de Dinamite, ele está sendo acusado por um dos companheiros de chapa de desviar dinheiro do clube carioca, utilizando o famoso “caixa dois”. Por fim, no atual Campeonato Carioca, a má administração do ex-atacante culminou com a eliminação do Vasco da Taça Guanabara, pois perdeu seis pontos por conta da escalação irregular do meio-campo Jefferson, ex-Santo André.
Pentacampeão, mas fiasco administrativo!
Outro mau exemplo como dirigente é o atacante Rivaldo, atualmente no Bunyodkor, do Uzbequistão, e pentacampeão da Copa do Mundo de 2002, com a Seleção Brasileira. O jogador está a frente do Mogi
Mirim, que realiza péssima campanha dentro do Paulistão e caminha a passos largos para retornar à Série A2, muito longe do lendário Carrossel Caipira no início dos anos 90.
Além disso, o lendário Wilson de Barros, que presidiu o clube por cerca de 27 anos e faleceu em 2008, após o acesso na Série A2, deve estar se revirando dentro do caixão ao ver o clube que sempre amou sendo administrado por pessoas incapazes de salvar o Sapão da Mogiana.
Rivaldo utiliza o Mogi Mirim como confraria de amigos ex-jogadores (César Sampaio e Cléber), que quando estiveram em campo sempre mostraram capacidade, mas que na parte administrativa não servem para trabalhar em time de várzea.
Caminhando na mesma passada!
Quem promete ser mais um ex-jogador a não dar certo como presidente de clube é o ex-zagueiro da Seleção Brasileira na Copa de 1982, Luizinho, que atualmente dirige um dos mais tradicionais clube do futebol mineiro, o Villa Nova, da cidade de Nova Lima.
No comando do Villa desde o início de 2009, Luizinho já apresenta mostras de que não será um bom dirigente, pois o clube atualmente ocupa a parte debaixo da tabela de classificação, com somente um ponto conquistado, em cinco jogos disputados. O único ponto veio apenas na rodada deste domingo, antes o clube era o lanterna do Estadual e dentro da zona de rebaixamento.
Ele entregou?
No Estado de São Paulo, o Oeste Paulista, da cidade de Presidente Prudente poderia estar em uma divisão melhor que a Série A3. Isso graças ao atual presidente e dono da camisa 10 do clube, Adriano Gerlin, que já atuou pelo São Paulo.
Na última rodada da Série A3 de 2007, o presidente supostamente teria mandado os jogadores de seu time entregar o jogo diante do Linense para que o adversário ficasse com a última vaga de acesso à Série A2. Resultado, a partida terminou 7 a 0 para o time de Lins.
Exceção!
A grata exceção desta lista de ex-jogadores que viraram presidentes traz o ex-atacante do Guarani e da Seleção Brasileira Edmar. No comando do Campinas, ele está levando o time na primeira colocação da Série A3, com 100% de aproveitamento, após quatro jogos disputados.





































































































































