Espanha x EUA - Briga de egos e salto alto na África!
Bloemfontein, AFR, 23 (AFI) – A semifinal entre as Seleções da Espanha e dos EUA será apenas nesta quarta-feira, às 15h30, horário de Brasília, no Free State, mas as provocações já começaram em Bloemfontein, na África do Sul. Enquanto os espanhóis sonham com uma final contra o Brasil, os americanos querem encerrar a invencibilidade da rival.
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“Chegar à final contra o Brasil seria ótimo, o jogo seria muito bom e é algo em que pensamos desde antes de vir para cá. Estamos a caminho de conseguir isso”, disse o lateral-esquerdo da Fúria Espanhola, Joan Capdevilla.
“Está na hora de a Espanha perder um jogo. Espero que nós sejamos a equipe que vai encerrar esta sequência”, rebateu o meio-campista Sacha Klejstan, que deve voltar ao time após cumprir suspensão contra os egípcios.
Esta sequência a que se refere o americano foi conquistada após a vitória, por 2 a 0, sobre a África do Sul. A atual campeã europeia, a Espanha é a seleção com o maior número de vitórias seguidas na história: 15.
Além disso, o time igualou o recorde de invencibilidade, com 35 partidas sem derrotas – o Brasil atingiu esta marca entre 1993 e 1996. Agora, os espanhóis têm a chance de quebrar o recorde brasileiro e ainda chegar à final da Copa das Confederações.
“Assumimos que somos favoritos, mas não será nada fácil. Tenho visto os Estados Unidos mais fortes do que quando jogamos com eles em um amistoso no ano passado. Eles têm evoluído”, afirmou o meio-campista Xavi Hernández.
As duas Seleções se enfrentam em busca de uma vaga na final. Quem vencer se classifica e espera o vencedor de Brasil e África do Sul que jogam na quinta-feira. Caso dê empate no tempo normal, a decisão será nos pênaltis.
Como chegaram à semifinal?
Ao contrário da Seleção Norte-americana, a Espanha não teve dificuldades para conseguir a classificação na Copa das Confederações. A equipe marcou oito gols e não sofreu nenhum. As vitórias foram, por 5 a 0, sobre a Nova Zelândia, 1 a 0 sobre o Iraque e 2 a 0 sobre a África.
Enquanto isso, os EUA conseguiram um milagre. A Seleção Norte-americana perdeu na estréia para a Itália, por 3 a 2, depois apanhou do Brasil, por 3 a 0. Mas na última rodada enfiou 3 a 0 no Egito e se classificou graças ao saldo de gols.
No apito!
A arbitragem será do uruguaio e velho conhecido dos clubes brasileiros que freqüentam a Libertadores e da Seleção Brasileira durante as Eliminatórias Sul-americanas Jorge Larrionda.





































































































































