Em imbróglio judicial, Paulinho critica a Ponte Preta: 'Omitiu a condenação'
Volante, atualmente no Santa Cruz, soma duas passagens pela Macaca, com 41 jogos e dois gols
Volante, atualmente no Santa Cruz, soma duas passagens pela Macaca, com 41 jogos e dois gols
Campinas, SP, 29 (AFI) – Paulinho se pronunciou, em nota oficial, após ver a Ponte Preta celebrar ganho de causa, em conteúdo divulgado no site na última terça-feira.
O Grupo Empenho, formado por Cahen & Mingrone Advogados Associados, acusou a Macaca de ter omitido a condenação de quase R$ 160 mil.
O jogador, nas redes sociais, aproveitou posicionamento oficial do clube campineiro para dar a sua versão a respeito do imbróglio judicial – o volante, atualmente no Santa Cruz, soma duas passagens pelo Moisés Lucarelli, com dois gols marcados em 41 jogos.
VEJA NOTA COMPLETA:
No dia 28.04.2020 a Associação Atlética Ponte Preta veiculou notícia em seu site oficial com a seguinte manchete ‘Ponte tem vitória jurídica em ação movida por Paulinho’.
Referida notícia afirma que a Ponte Preta teria tido êxito na demanda trabalhista movida por mim, destacando sua vitória sobre o pedido de direito de imagem.
No entanto, serve a presente nota para esclarecer os fatos relacionados ao processo, que demonstra a condenação do clube em mais de R$ 150.000,00, os quais foram omitidos na notícia vinculada.
Informo que a ação foi completamente favorável, destacando que o direito de imagem não foi julgado improcedente, mas que este deveria ser cobrada pela empresa que assinou o contrato.
No processo nº 0010520-13.2019.5.15.0001 foram cobrados valores não pagos de: salários, férias, 13º salários, FGTS e o direito de imagem. A decisão condenou a Ponte no pagamento de R$ 158.589,72, reconhecendo que, com exceção do direito de imagem, os pedidos foram procedentes, aplicando, inclusive, as multas previstas na CLT pelo não pagamento no prazo legal.
O Judiciário Brasileiro fez justiça, já que que a Ponte Preta foi condenada por não ter efetuado o pagamento de todas as verbas pedidas no processo.
O direito de imagem continua devido e será cobrado, já que no processo em momento algum o pagamento foi realizado.
Espero ter esclarecido os fatos demonstrando que ao contrário da intenção da Ponte Preta, esta foi condenada e perdeu a ação no valor de quase R$ 160.000,00.
Agradeço o trabalho em conjunto do Grupo Empenho @grupoempenho e dos advogados do Cahen & Mingrone Advogados Associados por todo suporte.
OUTRO LADO
Em contato com a reportagem do Portal Futebol Interior, João Felipe Artioli, advogado da Ponte Preta, emitiu sua posição.
“A Ponte Preta informou com relação à alegação de fraude na celebração do contrato de imagem que foi rechaçada pela justiça. As alegações do atleta passavam pelos argumentos de que havia desvirtuamento e os valores eram pagos na conta de sua esposa. Demonstramos, documentalmente, que tais alegações, que já não se sustentavam, eram falsas. Por essa razão, requeremos, inclusive, litigância de má-fé (alterar a verdade dos fatos, utilizar processo para obtenção de vantagem indevida etc)”, falou.
“Como ocorreram alguns outros processos com alegações desta natureza, a Ponte Preta busca esclarecer que as contratações são corretas e, salvo aquilo que for de direito, não tolerará pleitos que objetivam vantagem indevida. De toda forma, existem diversas outras questões que serão enfrentadas e debatidas no momento recursal oportuno”, fechou.





































































































































