Eleito por aclamação, Reinaldo Carneiro Bastos segue na presidência da FPF

Desde 2015 no comando, cartola exercerá entre 2019 e 2022 seu primeiro mandato integral à frente da entidade

Desde 2015 no comando, cartola exercerá entre 2019 e 2022 seu primeiro mandato integral à frente da entidade

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São Paulo, SP, 30 (AFI) – Reinaldo Carneiro Bastos, 65, foi eleito presidente da Federação Paulista de Futebol em Assembleia Geral Ordinária realizada nesta quinta (30), na sede da entidade, em São Paulo. Eleito por aclamação pelos clubes e ligas do futebol paulista, ele exercerá entre 2019 e 2022 seu primeiro mandato integral à frente da entidade – ele preside a FPF desde 2015.

Reinaldo lidera a chapa “União Pelo Futebol”, que inclui os vices Fernando Solleiro e Mauro Silva, que compõem a diretoria atual da FPF. Foram eleitos para o Conselho Fiscal os membro efetivos Maria Paula Silva, a Magic Paula, ex-jogadora de basquete e presidente da Atletas pelo Brasil, José Carlos Cosenzo, promotor de Justiça e coordenador de Assuntos Estratégicos do MP, e Vanderlei Aparecido Pereira, ex-presidente da Ponte Preta; os membros suplentes são Rodrigo Benedito Tarossi e Carlos Alberto Amado Costa.

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BALANÇO
Em pouco mais de três anos à frente da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos multiplicou a subvenção aos clubes de R$ 7,8 milhões para R$ 17,9 milhões (aumento de 129,3%), e aumentou de R$ 103 milhões para R$ 145 milhões as cotas e patrocínios para os clubes.

“Em mais de três décadas atuando no esporte, a maior lição que tirei foi que o futebol só evolui com os clubes e federação unidos”, disse Reinaldo. “Começamos há pouco mais de três anos uma nova era na FPF, buscando a transparência, competência e excelência. Precisamos de todos juntos, com humildade e coragem para reconhecer e corrigir erros, buscar sempre o melhor.”

Foto: Rodrigo Corsi / FPF

Foto: Rodrigo Corsi / FPF

Na atual gestão, também foi reformado o Estatuto da FPF, criou o Programa de Excelência, que premia clubes por suas gestões, renovou o quadro de funcionários da entidade e inovou ao alterar o Paulistão, de 20 para 16 clubes nas Séries A1, A2 e A3.