Eduardo acredita em semana de trabalho para recuperar a Ponte Preta
O treinador também acredita na melhora da equipe após essa semana de treinos
A Ponte Preta segue trabalhando para enfrentar o Flameng
Campinas, SP, 28 (AFI) – A Ponte Preta segue trabalhando para enfrentar o Flamengo. Como o jogo no estádio Moisés Lucarelli é apenas na segunda-feira, às 20 horas, o técnico Eduardo Baptista tem tempo para testar mudanças no time titular. No último final de semana o time perdeu para a Chapecoense, permaneceu com 28 pontos e entrou na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Há três jogos sem vencer, o grupo busca reencontrar as vitórias na 26ª rodada.
“Defensivamente controlamos o jogo todo. Ainda tem alguns detalhes a serem melhorados. A equipe da Chapecoense conseguiu entrar e algumas situações, em que podemos ajustar, mas os conceitos estavam bons. O time do Flamengo vem com mais qualidade para entrar e temos que evoluir nesses aspectos técnicos e táticos. Na parte ofensiva precisamos evoluir, mas identificamos onde queremos que isso aconteça. Vamos trabalhar essa semana”, disse Eduardo.
O treinador também acredita na melhora da equipe após essa semana de treinos. “Tivemos apenas um treinamento e meio. Vimos nesse jogo algumas coisas boas que nós plantamos, mas vamos melhorar. Iremos treinar a parte defensiva e intensificar a parte de criação. São pontos que essa semana nós vamos atacar, visando o jogo de segunda-feira”, explica Baptista.
Eduardo voltou também a pedir providências aos agressores da última segunda-feira. No desembarque em Campinas após a derrota por 1 a 0 para a Chapecoense, um grupo encontrou a delegação no Aeroporto de Viracopos para agredir os jogadores. Quem mais sofreu foi o atacante Lucca, artilheiro da Ponte Preta.
“Precisou morrer 72 pessoas em Chapecó, para saber que se precisa contratar um avião de uma empresa séria, idônea, que paga seus impostos, e não uma empresa mais barata. Talvez estejam esperando morrer alguém para olhar com mais cuidado e que não aconteça mais nenhuma desgraça. O Brasil é o país do jeitinho, da espera. Ficamos tristes, não vai ser o último caso e a impunidade acontece como em todo país”, reforça.





































































































































