Brasileiras caem nas semifinais e vão se enfrentar no Mundial de vôlei de praia
Na última edição, no México, Duda e Ana Patrícia levaram o Brasil ao segundo lugar, conquistando uma medalha de prata
Recordista de medalhas, com 35 peças, e principal vencedor do Campeonato Mundial, com 13 ouros somados no masculino e no feminino
São Paulo, SP , 22 (AFI) – As duas duplas brasileiras remanescentes no torneio feminino do Campeonato Mundial de vôlei de praia perderam suas partidas neste sábado, em Adelaide, na Austrália, e vão disputar o terceiro lugar da competição. Na última edição, no México, Duda e Ana Patrícia levaram o Brasil ao segundo lugar, conquistando uma medalha de prata.
Thâmela e Vic entraram em quadra mais cedo, abrindo as semifinais, e foram superadas pelas letãs Tina Graudina e Anastasija Samoilova por 2 sets a 0, com parciais de 21/10 e 21/16.
A dupla brasileira, que lidera o ranking feminino da Federação Internacional de Vôlei (FIVB), começou mal a partida e foi dominada pelas representantes da Letônia, dupla número 4 no mundo.
CAROL E REBECCA
Mais tarde, Carol e Rebecca, que ocupam o segundo posto no ranking da FIVB, fizeram um confronto mais equilibrado, mas também não conseguiram passar pelas americanas Taryn Brasher e Kristen Nuss e perderam por 2 a 1 em difícil disputa definida no tie-break (19/21, 24/22 e 15/6). As brasileiras saíram na frente, perderam um segundo set disputado e caíram de produção na parcial decisiva.
Brasher e Nuss vão buscar o ouro depois de levarem o bronze no Mundial do México, em 2023, diante de Graudina/Samoilova às 6h30 (horário de Brasília) deste domingo. Com a medalha de bronze garantida, o Brasil terá o confronto entre Thâmela/Vic e Carol/Rebecca, às 2h30, na disputa do terceiro lugar.
SUÉCIA LEVOU O OURO E PRATA
A Suécia assegurou o ouro e a prata no torneio masculino, que será decidido pelos campeões olímpicos David Ahman e Jonatan Hellvig, que chegaram a ser derrotados por duas duplas brasileiras na fase de grupos, e Jacob Hölting Nilsson e Elmer Andersson, a dupla mais jovem a alcançar uma final de Mundial – 20 e 19 anos, respectivamente.
A participação brasileira chegou ao fim com a eliminação de Evandro e Arthur Lanci para Ahman/Hellvig nas quartas de final – terminaram em quinto lugar.
RECORDISTAS
Recordista de medalhas, com 35 peças, e principal vencedor do Campeonato Mundial, com 13 ouros somados no masculino e no feminino, o Brasil chegou ao topo do pódio pela última vez em 2022, em Roma, com Ana Patrícia e Duda, que caíram nas oitavas de final em Adelaide. No masculino, o último ouro veio em Viena, na Áustria, em 2017, com Evandro e André.
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