Dirigente lendário do Interior paulista acha que Copa do Mundo perde brilho sem o carismático Neymar
Experiente dirigente do Interior de São Paulo lamenta ausência de Neymar, mas ainda aposta na união do grupo e no título da Seleção Brasileira
Experiente dirigente do Interior de São Paulo lamenta ausência de Neymar, mas ainda aposta na união do grupo e no título da Seleção Brasileira
Fortaleza, CE, 5 (AFI) – Considerado uma verdadeira lenda como dirigente do Interior de São Paulo, Antonio Aparecido GALLI, presidente de honra da Matonense e do GAMA – Grupo de Apoio à Matonense – acompanhou o jogo do Brasil contra a Colômbia, por 2 a 1, no Estádio Castelão, pelas quartas de final, sexta-feira. E como quase todos os brasileiros, ele lamentou a grave lesão que tirou Neymar, nosso camisa 10, da Copa do Mundo de 2014.
“É simplesmente apagar o brilho do Brasil. O menino (22 anos) era nossa grande esperança, vai ser um dia o melhor do mundo e tinha todas condições de ser campeão em sua terra. A entrada do colombiano foi muito desleal. Mas vamos torcer para que o Neymar possa se recuperar bem, superar esta dificuldade e que o Brasil possa ser campeão”, analisou o dirigente.
Galli promete acompanhar a Seleção Brasileira em Belo Horizonte, terça-feira, e depois na final.
“Se Deus quiser, vamos levantar esta taça. Temos que transformar este momento trágico sofrido pelo Neymar para que os demais jogadores se agigantem em campo ao lado da torcida”, concluiu.
Entre suas andanças pelo hotel, em Fortaleza, Galli se encontrou com o narrador Galvão Bueno, da Rede Globo, e não perdeu a chance de registrar este momento histórico. Galli já tem muita história para contar aos netos e bisnetos. Na década de 90 levou a Matonense da Segundona à elite paulista e nos últimos dois anos, de volta ao comando do futebol do clube, confirmou dois acessos. Inicialmente para a Série A3 e agora para a Série A2.





































































































































