Dirigente do América-SP estipula meta de voltar à Série A1
O novo presidente Zé Branco, eleito com mandato até 2017, quer colocar o Rubro na Primeirona
O América que tem na sua história mais de quatro décadas na elite do futebol paulista, onde hoje apenas disputa a Terceira Divisão quer voltar no lugar que sempre esteve que é a Primeira Divisão.
São José do Rio Preto, SP, 19 (AFI) – O América que tem na sua história mais de quatro décadas na elite do futebol paulista, onde hoje apenas disputa a Terceira Divisão quer voltar no lugar que sempre esteve que é a Primeira Divisão. O novo presidente americano José Carlos Pereira Neto, mais conhecido como Zé Branco, eleito com mandato até setembro de 2017, espera com apoio dos demais membros de diretoria colocar o Rubro na Primeirona. Quando Zé Branco assumiu o clube o mesmo pediu para os empresários, o comércio, apoio total. Segundo Branco, a união faz a força e, é justamente que o Mecão precisa.

Pensando nisso, a Associação dos Proprietários de Camarotes e Cadeiras Cativas do Teixeirão, que tem como diretor-presidente Osvaldo Graciani (foto), resolveu dar uma respaldo financeiro ao recém-eleito presidente José Carlos Pereira Neto, o Zé Branco, que tem a missão de formar um time competitivo para buscar o acesso no Campeonato Paulista da Série A-3, em 2014. O presidente da entidade, Graciani, afirmou que destinará o dinheiro arrecado com anuidade de seus associados para o departamento profissional.
“Sei que terão dificuldades e que demanda muito dinheiro. Ainda não conversei com o presidente Zé Branco, que está em viagem. Na semana que vem a gente vai sentar e ver com a melhor possibilidade para liberar a verba se será um empréstimo ou como vamos fazer, mas é a forma que a associação pode ajudar, além do que já fizemos no passado”, continuou Graciani, um dirigente que sempre que o clube precisa está lá para ajudar naquilo que for preciso. Em anos anteriores, a entidade ajudou o clube custeando despesas para colocar o estádio em ordem e conseguir alvarás do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Vigilância Sanitária e Defesa Civil. Na última ação instalou 288 poltronas e 520 cadeiras cativas no setor, além de reformar sanitários e o camarote que abrigava cabines de imprensa, investindo R$ 80 mil. “Temos três mil pessoas que possuem cadeiras ou camarotes, mas apenas 500 pagam a anuidade. Atualmente, a taxa anual é de R$ 500 por camarote e R$ 120 por cativa. Dos que contribuem com a associação, 60 são donos de camarotes. “Dá em torno de R$ 100 mil”, finalizou o empresário americano.





































































































































