Diretoria da Ponte deveria abrir espaço à oposição para ajudar a tocar o futebol
Atuais dirigentes já demonstraram incompetência no assunto
Diretoria da Ponte deveria abrir espaço à oposição para ajudar a tocar o futebol
Alô pontepretano da velha guarda: só a coluna Cadê Você revive a história do ponteiro-direito Alan. Leia!
Após esgoelar e manifestar total repúdio com aquilo que fizeram com o futebol da Ponte Preta, o torcedor jogou a toalha. Abatido, entregou-se ao conformismo, e sequer quis se manifestar no espaço destinado aos comentários, depois do vexame da noite de sábado em Campinas, no empate sem gols com o lanterna Sampaio Corrêa.
Exemplo de chama apagada é do parceiro Márcio, conselheiro outrora ativo neste espaço de comentários, que havia esmorecido com a contestação de tantos desmandos.
Pois Márcio reapareceu após a derrota para o Atlético Goianiense cobrando posição de oposicionistas que observam, inertes, o futebol do clube ‘sem eira e nem beira’.
Evidente que não se pode fechar os olhos ao processo de degradação do futebol da Ponte Preta, mas daí a se propagar rebelião entre membros do Conselho Deliberativo, como ‘ferramenta’ de pressão, não é o caminho.
LIDERANÇAS DA OPOSIÇÃO
O caminho para futuro processo de reconstrução do futebol da Ponte Preta passa por lideranças da oposição terem capacidade de dialogar com atuais dirigentes que, sobretudo, precisam admitir incompetência para gerir o futebol do clube.
Havendo essa consciência, o próximo passo seria conjuntamente buscar, entre pontepretanos, aqueles com traquejo pra coisa.
Assim, provavelmente seria possível não cair mais no conto da carochinha de empresários de futebol que empurram à Ponte Preta jogadores sem a mínima expressividade, que propiciam o nivelamento por baixo contra o fraco Sampaio Corrêa.
É preciso projetar soma de esforços para se iniciar paralelamente o processo de reconstrução do futebol do clube, visando à próxima temporada.
Sim, vão argumentar que tudo passa pelo presidente de honra Sérgio Carnielli, que até poderia colocar freio em empreitada como a sugerida.
Todavia, na hipótese de a proposta ser costurada pela atual diretoria, incontinenti haveria cobrança de bom senso para consentimento do mandatário máximo da entidade.





































































































































