Diretoria cobra, mas mantém técnico na Série B
Jundiaí, SP, 04 (AFI) – Obviamente, a diretoria do Paulista não está satisfeita com o time, que está na 18ª colocação do Campeonato Brasileiro da Série B, amargando a zona de rebaixamento. Mas, até ‘segunda ordem’ os dirigentes não devem mudar o comando técnico da equipe.
É consenso entre os dirigentes que uma mudança de treinador faltando 9 rodadas para o término da competição selaria definitivamente o rebaixamento do clube para a terceira divisão.
“Até um treinador chegar, conhecer o elenco e implantar a sua filosofia, o campeonato já terminou”, afirma Moisés Cândido, supervisor de futebol do Paulista.
“Temos que dar confiança, força aos nosso jogadores. Temos que cobrar, mas mostrar que eles são os melhores do mundo já que são eles que vão nos tirar dessa situação”, completou Moisés.
Na manhã da última quarta-feira, os diretores técnicos do projeto Campus Pelé se reuniram com Waldemar Lemos. Foi cobrada uma maior atitude dos jogadores e um espírito “de segunda divisão”. Para os dirigentes, o time está fora dos padrões da Série B. Waldemar Lemos já declarou que não aceita interferências em seu trabalho, mas no jogo contra a Portuguesa já atendeu outra reivindicação dos dirigentes, trocando alguns jogadores da equipe titular.
Para o superintendente Roberto Rappa não é hora de pensar em rebaixamento e sim pensar sempre no próximo jogo. “Não adianta fazer metas longas, programar algo para daqui semanas, meses. Estamos pensando no próximo jogo; em o que temos que fazer para vencer o Marília no sábado”, disse Beto Rappa.
O presidente do Paulista Eduardo Palhares foi procurado para comentar a situação da equipe, mas como estava em uma reunião não pode atender a reportagem.





































































































































