Deixem de frescura e tragam Vadão para tentar salvar a Ponte Preta
Treinador seria o nome mais adequado pela situação de momento do clube
Deixem de frescura e tragam Vadão para tentar salvar a Ponte Preta
Pra não dizer que não fiz citação do jogo em si de Ponte Preta e Atlético Goianiense, o gol do time pontepretano foi contra do zagueiro William Alves.
A dinâmica do jornalismo analítico colocou num plano secundário análise tática do jogo em que o time goiano venceu por 3 a 1, sábado à noite, em Campinas. Até porque foi uma repetição daquilo que se tem observado ao longo da competição pela equipe pontepretana.

Provavelmente dirigentes da Ponte podem tentar a redução do valor da multa do treinador Gilson Kleina, e por isso pode ter sido optado transmissão de clima amistoso no desligamento, com justificativa de que futebol é resultado.
Cláusula de confiabilidade o catso! Digam aí se de fato Kleina ganhava de R$ 120 a R$ 150 mil por mês pra fazer esse estrago no elenco pontepretano. Digam também se a multa por quebra de contrato girava em torno de dois a três salários.
A instituição é do torcedor. E a ele cabem sim todas informações. Não fosse assim, não se justificaria ele usar o verbo na primeira pessoa do plural, do tipo nós ganhamos, nós perdemos.
VADÃO
Já que Kleina é página virada, já que a madruga de domingo foi curta pra cartolada pontepretana, com espinho no travesseiro, eis que agora, com tempo para recomposição do trauma pela vexatória derrota para o Atlético Goianiense, passou da hora de se definir quem deve ser escolhido como treinador da equipe.
Dos nomes citados, é sabido que Jorginho tem rejeição do presidente de honra Sérgio Carnielli, que Doriva deixou ambiente ruim entre torcedores pela saída do clube pelas portas do fundo, e que Eduardo Baptista já avisou que só volta a trabalhar ano que vem.
Logo, na triagem natural, o nome em evidência é do treinador Oswaldo Alvarez, o Vadão, que injustamente foi desligado recentemente do Guarani.
A exemplo do saudoso Zé Duarte, Vadão é um profissional com trânsito livre nos dois clubes campineiros, e tem histórico de bons trabalhos.
Por morar em Campinas, conhecer com riqueza de detalhes tudo que gira em torno de Ponte Preta e Guarani, sua capacidade de assimilação no Estádio Moisés Lucarelli seria mais rápida de que qualquer outro profissional.
Não precisam alongar contrato. Podem fixá-lo até o final do Campeonato Brasileiro, sujeito a prorrogação se as partes assim definirem.
Como há rejeição ao nome do auxiliar técnico Vaguinho, que Vadão venha apenas com o preparador físico e que tope contrato de risco, com remuneração maior caso livre o time do rebaixamento.
Que Vadão vai fazer os lados do campo jogarem, disso não tenham dúvida. Que vai procurar fórmula para compactação do time, esse tem sido o seu perfil ao longo da carreira.
FUTEBOL FEMININO
Absurdamente surgiu papo atravessado na cartolagem pontepretana que Vadão estaria desatualizado pela migração ao futebol feminino durante pouco mais de dois anos.
Lego engano de quem conhece futebol porque comeu almôndega quando era criança, diria o saudoso Zé do Pito.
O futebol feminino internacional só serviu para Vadão incrementar novas estratégias táticas que bem cabem ao feminino e masculino.
Claro que Vadão não seria 100% de certeza de livramento da Ponte do rebaixamento, porque o elenco foi mal escolhido e as limitações são claras.
Todavia, das hipóteses discutidas por quem conhece superficialmente futebol na Ponte Preta, se quiserem fugir do Vadão podem dar com os ‘burros n’água’.





































































































































