De volta, Fagner, do Corinthians, pede atenção com Lucas Lima, do Santos

Os dois times se enfrentam no domingo, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro

Os dois times se enfrentam no domingo, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro

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São Paulo, SP, 07 – O lateral-direito Fagner passou 10 dias longe do Corinthians, junto com a seleção brasileira para a disputa das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, mas não parece ter esquecido do Campeonato Brasileiro. Ele voltou aos treinos nesta quinta-feira e deixou claro quais virtudes do Santos, adversário neste domingo, mais lhe chama atenção.

O reserva de Daniel Alves na seleção brasileira acredita que o rival vai a campo apostando em um gol logo nos primeiros minutos e no bom toque de bola do meia Lucas Lima.

Fagner voltou aos treinamentos no Corinthians nesta quinta-feira após dez dias com a Seleção Brasileira

Fagner voltou aos treinamentos no Corinthians nesta quinta-feira após dez dias com a Seleção Brasileira

“A equipe do Santos é sólida e aposta muito na velocidade dos atacantes para puxar contra-ataques. Tem também um jogador que arma o jogo, com bom passe, que é o Lucas Lima. Então temos que tomar cuidado para não sermos surpreendidos, principalmente no começo do jogo. Temos que tirar a velocidade da equipe deles”, destacou o lateral-direito.

PRESSÃO NO INÍCIO
“Nos primeiros 15, 20 minutos, eles tentam pressionar… Isso é uma coisa que eu acredito que o Santos vá fazer, até pela nossa experiência na Vila”, completou o jogador, que se reapresentou nesta quinta-feira, após folgar na última quarta, quando retornou da Colômbia, onde estava com a seleção.

Balbuena e Romero, que defenderam a seleção paraguaia, também voltaram aos treinos nesta quinta.

SERVIU DE LIÇÃO
Para Fagner, a derrota para o lanterna Atlético Goianiense, na última rodada, servirá para o Corinthians amadurecer e entrar ainda mais ligado para as próximas partidas. O time do técnico Fábio Carille tem tido muito mais dificuldades diante de equipes, teoricamente, de menor expressão.

“Contra equipes de cima (na tabela de classificação) o jogo é de igual para igual. Com equipes de baixo da tabela, que vêm mais fechadas, a margem de erro passa a ser menor e destruir é mais fácil que construir. A gente tem que aprender com cada jogo. O jogo contra o Atlético Goianiense nos deu uma maturidade e no domingo temos que fazer um grande jogo, com nível alto de atuação individual e coletiva”, comentou o lateral-direito.