De volta ao elenco do Grêmio, Ramiro fala sobre período de recuperação e de suas expectativas para a temporada

Ramiro está se recuperando de uma lesão sofrida no joelho em abril e espera ficar à disposição de Roger Machado ainda nesta temporada

Liberado pelos médicos e fisiologistas do Grêmio, o volante Ramiro já está à disposição da comissão técnica e pode ser relacionado por Roger Machado para partidas do Brasileirão

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Porto Alegre, RS, 19 (AFI) – Liberado pelos médicos e fisiologistas do Grêmio, o volante Ramiro já está à disposição da comissão técnica e pode ser relacionado por Roger Machado para partidas do Campeonato Brasileiro. Após tanto tempo fora, o jogador falou das dificuldades da lesão e sobre suas expectativas para o restante desta temporada.

Foram 183 dias desde a partida diante do Juventude, em Caxias do Sul. Aos sete minutos daquele jogo, em um lance isolado, o volante sofreu ruptura no ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo e teve que passar por cirurgia. De lá para cá, Ramiro cumpriu estágios como o pós-operatório, acompanhamento médico, fisioterapia, recondicionamento físico e, nas últimas semanas, retomou o contato com a bola em treinos específicos. Agora, integrando novamente o elenco tricolor, ele fala sobre o período fora dos gramados e sua metas para o restante da temporada.

Foram cerca de seis meses afastado dos gramados, mas Ramiro já volta aos treinamentos

Foram cerca de seis meses afastado dos gramados, mas Ramiro já volta aos treinamentos

“Foi um momento complicado para mim. Ficar fora da equipe, dos jogos e de treinamentos, por tanto tempo foi um pouco complicado. Porque eu nunca tinha ficado na minha carreira tanto tempo afastado. Tive que me apegar muito na minha família, em coisas boas, e procurar também focar muito no meu tratamento, na minha fisioterapia, para que fizesse esse tratamento de forma correta e voltasse da melhor maneira possível”, disse o volante.

Segundo Ramiro, a rotina de um jogador em recuperação é cansativa e meio chata.

“A maior dificuldade é não ter a minha rotina como eu estava acostumado a ter. Uma rotina de treinamentos, de trabalho com bola, com todo grupo, com todos os colegas. Tendo uma rotina um pouco diferente, de fisioterapia, é uma rotina importante, mas cansativa, meio chata, porque acaba sendo um pouco repetitivo. A parte psicológica é a mais importante nesse momento. Por isso procurei me apegar a coisas positivas, buscando ouvir meus amigos e minha família, que é quem está com a gente nos momentos bons e ruins”, ressaltou Ramiro.

Os objetivos
“Meu primeiro objetivo era o de curar 100% da lesão, algo que já foi alcançado. Agora eu procuro evoluir a cada dia na parte física e na parte técnica também, porque eu fiquei um longo período fora, e a gente acaba sentindo bastante essa falta de ritmo. Quero, aos poucos, evoluir nesse sentido e poder ficar à disposição do Roger o mais rápido possível”, definiu.