De goleiro 'voador' à proposta da Ponte para pegar o Corinthians

Clubes de Campinas jogam no domingo

De goleiro 'voador' à proposta da Ponte para pegar o Corinthians

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Gente, infelizmente a coisa estava fugindo do controle no espaço dos comentários, com troca de insultos entre parceiros ativos aqui na coluna.

Claro que a rivalidade histórica entre pontepretanos e bugrinos implica naquele sarrinho com a derrota alheia, mas convenhamos que tudo tem limite. Jamais pode se extravasar para o lado pessoal.

Portanto, peço que tenhamos convivência pacífica, para que não seja obrigado a fazer o papel de censor.

Grato pela compreensão, então vamos que vamos.

GOLEIRO ‘VOADOR’

Narrador que transmitiu pela televisão o jogo do Guarani contra o Botafogo, quinta-feira passada, fez rasgados elogios a cada defesa do goleiro Igor, induzindo você, telespectador, que o atleta tem elasticidade pra chegar na bola.

Convenhamos que você, que joga a sua bolinha como goleiro, há de convir que Igor se esparramou todo desnecessariamente, exceto quando mostrou reflexo e elasticidade para praticar defesa em chute com efeito do atacante Renanzinho, do Guarani.

Ocorre que saltava indistintamente em quase todas as bolas que chegavam na meta dele, e de forma desnecessária.

Torcedores da velha guarda como o bugrino Luiz Otto Heimpel e pontepretanos João da Teixeira e Tio Lei de certo concordarão que naquela cabeçada fraca do atacante Renanzinho, contra o Botafogo, ex-goleiros como Carlos Ganso e Tobias amorteceriam a bola com uma mão, para depois encaixá-la.

A rigor, saudoso goleiro Dimas Monteiro torcia o nariz para goleiro ‘voador’ nos tempos que orientava os seus discípulos.

Preferia condicioná-los fisicamente para que tivessem explosão muscular e assim corressem na bola, em vez de saltos desnecessários. Salto, ensinava, apenas em bola à ‘queima-roupa’.

CORINTHIANS X PONTE PRETA

Treinador Fábio Moreno

Treinador Fábio Moreno

Há quem defenda que a Ponte Preta adote rigoroso esquema defensivo para o jogo da tarde de domingo contra o Corinthians, no Itaquerão.

Espera-se que o treinador pontepretano Fábio Moreno não dê ouvidos para palpite de armar o time visando jogar por uma bola.

Mesmo com vários desfalques por causa de atletas vitimados pela Covid-19, de certo o Corinthians deve contar com o centroavante Jô, com probabilidade de explorar pelo menos um dos habituais vacilos da zaga pontepretana, principalmente se Luizão continua ocupando o lugar de Ednei.

Então, que a Ponte decida por esquema de jogo equilibrado entre compartimentos, de forma que a bola não fique rondando a sua área o tempo todo.

Cuidados defensivos sim, mas atacar também.