Dado Cavalcanti valoriza campanha do Paysandu, mas breca empolgação do G4

Paysandu venceu o Boa Esporte, na rodada passada, e chegou aos 15 pontos, na terceira colocação

Paysandu venceu o Boa Esporte, na rodada passada, e chegou aos 15 pontos, na terceira colocação

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Belém, PA, 04 (AFI) – O Paysandu vai encarar o ameaçado Criciúma, nesta terça-feira, às 19h15, no Estádio Heriberto Hulse, para se manter no G4 da Série B do Campeonato Brasileiro. Antes do confronto pela nona rodada, o técnico Dado Cavalcanti (foto) valorizou a campanha do Papão, mas fez questão de brecar a empolgação pela posição obtida na rodada passada.

“Estamos no G4, mas, principalmente, com a quantidade de pontos que gostaríamos de estar nesse momento. A gente não pode se perder no meio do caminho. Não podemos entender que uma derrota é uma catástrofe e jamais ter a soberba de valorizar uma vitória além do que ela representa. Precisamos ter os pés no chão. Hoje o Paysandu tem os pés no chão. Estamos atrás de dois adversários que estão fazendo muito diferente nessa Série B. O handicap de Fortaleza e CSA está muito acima da curva. Se observar nos anos anteriores, principalmente o Fortaleza, está bem acima da curva. E o nosso feedback interno é de que estamos dentro de onde gostaríamos de estar e valorizando muito nossa pontuação, independente da classificação”, explicou o treinador.

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O Paysandu venceu o Boa Esporte, na rodada passada, e chegou aos 15 pontos, na terceira colocação. O Papão tem um ponto a mais do que o primeiro rival fora da zona de acesso. O Fortaleza lidera a Série B com 22 pontos, enquanto o vice-líder CSA tem 18.

“O mais importante é sempre a quantidade de pontos que a gente tem hoje para a quantidade de pontos perdidos por nós no campeonato. Atualmente estamos dentro de um controle na tabela”, avaliou.

“Se não me engano temos seis ou sete jogadores pendurados com dois cartões amarelos e um suspenso, que é o Matheus Silva. A rotatividade vai acontecer por consequência. A minha ideia é de encaixar uma equipe e repeti-la várias vezes, mas eu sei que isso é difícil demais numa competição como essa, e ainda mais nesse exato momento em que nós estamos. Pode ser que nas próximas sete rodadas eu tenha que mudar a escalação a cada jogo por conta desses problemas que são naturais de um campeonato. Mas eu estou muito satisfeito com o elenco, com as opções que eu tenho hoje no grupo. É um time que se doa demais, que se entrega ao extremo, que não tem nenhuma estrela, são todos operários. Todo mundo aqui valoriza demais o coletivo e é isso que está nos levando a conquistar os resultados”, completou Dado.