Da Lupa nega armas com “capangas” e critica Renê Simões

São Paulo, SP, 26 (AFI) – Mesmo após ter soltado uma nota oficial explicando os acontecimentos no vestiário da Portuguesa após a derrota, por 2 a 1, para o Vila Nova, o presidente Manuel da Lupa concedeu uma entrevista coletiva nesta quarta-feira e negou a presença de armas com os “capangas” de um dos conselheiros.

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“Aqui na Portuguesa, sempre foi normal o conselheiro entrar no vestiário, é só mostrar a carteirinha. Ninguém poderia imaginar que ele (Antônio José Vaz Pinto, “Toninho da Divena”), iria fazer o que fez, falar um bocado de coisa, ofender os jogadores, usar palavras de baixo calão. Ele não pisa mais aqui no futebol e ninguém mais vai ter acesso aos vestiários para evitar qualquer coisa parecida, a partir de agora só vai entrar o pessoal do departamento de futebol”, disse o presidente que negou a presença de armas.

“O René falou que tinha arma, mas isso ninguém confirma. A gente imagina que os dois seguranças do Toninho poderiam estar armados, pois temos a informação que eles são policiais militares. Mas ninguém ameaçou ninguém ou puxou arma, isso é folclore”, completou.

Após a derrota para o Vila, o conselheiro Antônio José Vaz Pinto (“Toninho da Divena”), acompanhado pelo conselheiro Vitor Manuel Macedo Diniz (“Vitinho”) e por dois seguranças pessoais (policiais militares), teve acesso à tal área restrita, após se identificar à segurança do clube, como faz em todos os jogos.

Na oportunidade eles fizeram cobranças excessivas aos jogadores, que culminou com a saída de Renê Simões. Vagner Benazzi foi contratado no final da tarde.