Criado por Renato Silva, hino do Red Bull Bragantino ganha nova versão; ouça
Torcedores do Massa Bruta, empolgados com acesso iminente na Série B, inovam na letra
Torcedores do Massa Bruta, empolgados com acesso imininente na Série B, inovam na letra
Bragança Paulista, SP, 16 (AFI) – A consolidação da parceria entre Red Bull e Bragantino também traz mudanças fora das quatro linhas.
Se em campo o Massa Bruta é líder isolado na Série B do Campeonato Brasileiro e vê o acesso cada vez mais próximo, longe dele vê o seu hino ser regravado, agora em estilo samba.
A canção foi criada por Renato Silva dez dias antes da final do Campeonato Paulista de 1990, torneio do qual sagrou-se campeão sob comando de Vanderlei Luxemburgo.
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LENDÁRIO
O profissional, popularmente conhecido como ‘Bico Fino’, morto aos 62 anos de idade, trabalhou por anos nas emissoras de Campinas e na TV Record, nas décadas de 70 e 80.
Ele ganhou enorme holofotes no meio futebolístico ao idealizar os hinos de Ponte Preta, Mogi Mirim, XV de Jaú e até ensaiou melodia não encampada pelo Guarani, que preferiu oficializar obra de Osvaldo Guilherme.

LINGUAGEM SIMPLES
Com o característico bom humor, Renato Silva foi identificado como comunicador do povão. Usava linguagem simples e objetiva para informar e opinar desde a década de 60.
Ao longo da carreira radiofônica, iniciada na antiga Rádio Educadora de Campinas – hoje Bandeirantes – criou bordões imortalizados do tipo ‘barata viva não atravessa galinheiro’; ‘malandro é o corvo, porque é patrício, não dá pernada e voa sem gastar gasolina’’; ou ainda no desfecho de sua participação em programas e jornadas esportivas quando dizia ‘quem beijou, beijou, quem não beijou não beija mais, feche o caixão e segue o enterro’.





































































































































