Coronel Marinho considera erros normais e descarta punição
São Paulo, SP, 13 (AFI) – Assim como o trio de arbitragem que atuou no clássico do Morumbi, neste domingo à tarde, na vitória do São Paulo, por 2 a 1, sobre o Palmeiras, o presidente da Comissão de Arbitragem, Coronel Marinho tentou defender seus comandados.
“Lances discutíveis, então não foram lances fáceis. Precisão de 100% não vamos ter em lugar nenhum. Até na Europa eu vejo erros normais. Faz parte.”
Quando soube que o árbitro Paulo César tinha dado sua versão, dizendo que não houve intenção de Adriano colcoar a mão na bola, Marinho não se assustou e jurou não ter sido algo combinado por ele. Mas deixou no ar que o trio pode ter ensaiado esta explicação nos vestiários.
“É a posição dele em relação ao lance. É importante que ele deu a versão dele, que é o que vale. O trio discute lá dentro, não sei se há combinação nas palavras. Se ele achou isso, vamos respeitar”.
Sobre a auxiliar Maria Elisa Barbosa, que reconheceu um erro num lance de impedimento, mas também apresentou a mesma versão de Paulo César Oliveira sobre o polêmico gol do Adriano, Marinho afirmou:
“Acho que ela não estava numa tarde muito feliz. Mas acho que de forma geral, a arbitragem foi boa”.
Marinho pediu paciência de todos:
“Acontece, meu Deus. Eles são seres humanos. São pessoas que trabalham, que estão bem empenhadas e não querem errar. Se os atletas que trabalham a semana todos erram, porque os árbitros também não podem errar”.
Marinho finalizou dizendo que não há motivos para a suspensão ou a aplicação da famosa “geladeira” sobre o trio.
”Tudo que aconteceu aqui foi normal”, concluiu.
Na próxima semifinal, tanto Paulo César Oliveira, como Sálvio Fagundes Filho, que dirigiu Ponte 1 x 0 Guaratinguetá, já ficariam de fora da próxima semifinal, no outro final de semana. Isso já estava previamente definido. Eles, porém, estão na relação dos 10 ártbitros que podem apitar os jogos finais.
Isso ele garantiu mesmo depois de que o diretor de futebol do Palmeiras, Gilberto Cipullo, disse que o juiz não teria “condições psicológicas para apitar qualquer jogo do palmerias até o final do Campeonato Paulista”. Ironicamente, foi o mesmo Paulo César que “operou” o Bragantino a favor do Palmeiras, em Bragança Paulista, na virada de 5 a 2.





































































































































