Coritiba exige pagamento à vista e Seabra fica distante do Vasco

Clube carioca foi surpreendido pela postura firme do Coritiba, que não aceita flexibilizar as condições de pagamento

Coritiba entende que os termos já estão claros: só haverá liberação após o depósito integral dos R$ 4 milhões previstos em contrato

FERNANDO SEABRA
Fernando Seabra durante treino do Coxa (Foto: JP Pacheco-Coritiba)

Curitiba, PR, 03 (AFI) – Um impasse envolvendo a multa rescisória de R$ 4 milhões impede que Fernando Seabra deixe o Coritiba para assumir o comando do Vasco. O treinador permanece em solo paranaense, já que o Coxa exige o pagamento à vista da multa para liberar o técnico, enquanto o clube carioca tenta negociar o parcelamento.

De acordo com o portal GE, mesmo após acerto com o treinador, o Vasco foi surpreendido pela postura firme do Coritiba, que não aceita flexibilizar as condições de pagamento. Seabra não embarcou para o Rio de Janeiro e, por enquanto, não assumirá o comando do clube carioca

ENTENDA

O Coritiba entende que os termos já estão claros: só haverá liberação após o depósito integral dos R$ 4 milhões previstos em contrato. Nos bastidores, a diretoria considera que levou a negociação ao limite e não pretende ceder.

Do lado carioca, o desejo é pagar a multa em três parcelas, mas o clube esbarra nas dificuldades financeiras e aguarda uma reviravolta para finalizar a transição no comando técnico. Recentemente, o Vasco negociou a contratação do técnico Franclim Carvalho, do Botafogo.

No entanto, a indefinição do comandante português fez o diretor de futebol Admar Lopes recuar nas tratativas e intensificar as conversas por Seabra.

MAIS DETALHES

Com 28 jogos à frente do Coritiba, Seabra soma 11 vitórias, nove empates e oito derrotas, deixando o time na sétima colocação do Brasileirão. O técnico, cotado como um dos nomes mais promissores da nova geração, já passou por Cruzeiro, Desportivo Brasil e Red Bull Bragantino.

Por ora, a indefinição permanece e Seabra segue aguardando o desfecho das negociações para definir o futuro, mas a tendência é que ele siga no Couto Pereira.