Corinthians recebe 3º pedido de impeachment de Stabile
Terceiro pedido de impeachment para Stabile e déficit milionário no clube.
Corinthians enfrenta mais uma turbulência política após um terceiro pedido de impeachment contra Osmar Stabile.
São Paulo, SP, 18 (AFI) – O Corinthians enfrenta mais um capítulo complicado em sua administração. O presidente Osmar Stabile foi alvo de um terceiro pedido de impeachment, protocolado pelo associado Leandro Cano. A solicitação está embasada em uma manifestação do Ministério Público de São Paulo, que criticou a atuação de Stabile em um processo criminal envolvendo o vice-presidente Armando Mendonça e a gestão de materiais esportivos da Nike.
O associado alega que Stabile agiu contra os interesses do clube ao defender Armando em um processo onde o Corinthians é potencial vítima, assinando inclusive uma nota institucional em defesa do vice-presidente.
PROBLEMAS FINANCEIROS E JURÍDICOS
O Ministério Público apontou que o presidente do clube apresentou argumentos alinhados à defesa de Armando Mendonça. Durante a investigação, Stabile afirmou que a auditoria interna do clube não concluiu que o vice-presidente tenha se apropriado indevidamente de materiais esportivos.
Além disso, foi indicado um possível conflito de interesses na administração do Corinthians.
Armando Mendonça foi denunciado por crimes como apropriação indébita agravada e furto qualificado. Ele teria se apropriado de 131 itens da Nike e tentado obter camisas especiais com patch da NFL. Armando pediu licença do cargo no último dia 8.
HISTÓRICO DE IMPEACHMENTS
O primeiro pedido de impeachment contra Osmar Stabile ocorreu em abril, quando sócios e conselheiros alegaram violações ao Estatuto Social do Corinthians e à legislação vigente.
A principal alegação era sobre um acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) para regularizar um débito bilionário, utilizando o Parque São Jorge como garantia.
Em junho, um novo pedido foi feito, desta vez relacionado à contratação de empresas de segurança. A situação financeira do clube também é preocupante, com um déficit de R$ 168 milhões registrado em abril.





































































































































