Copa do Brasil: Treinador do Botafogo deixa de lado estadual: "Viramos a chave"
Na briga por uma vaga na semifinal da Taça Guanabara, o Fogão encara o Caxias nesta quarta-feira
Na briga por uma vaga na semifinal da Taça Guanabara, o Fogão encara o Caxias nesta quarta-feira
Rio de Janeiro, RJ, 04 – Na briga por uma vaga nas semifinais da Taça Guanabara, o primeiro turno do Campeonato Carioca, o Botafogo muda o foco neste meio de semana para a Copa do Brasil.
Nesta quarta-feira, o time alvinegro faz a sua estreia na competição nacional contra o Caxias-RS, no estádio Centenário, em Caxias do Sul (RS), e o técnico Alberto Valentim garante concentração total na cidade da Serra Gaúcha.
“Não vamos viver de retrospecto. Não estávamos aqui, o elenco todo. É um ano diferente. Queremos buscar um campeonato com conquistas. Entramos com muita atenção. Não é o mais importante, mas um dos. Viramos a chave agora para a Copa do Brasil. Jogo difícil, Caxias está muito bem”, disse o treinador do Botafogo em entrevista coletiva nesta terça-feira.
Valentim sabe que o seu time terá dificuldades em Caxias do Sul. No Campeonato Gaúcho, o Caxias lidera o seu grupo no primeiro turno, na frente do Grêmio, e já está classificado às semifinais. Na mesma cidade, no ano passado, o Botafogo foi eliminado na terceira fase da Copa do Brasil para o Juventude.
NOVIDADE NO ATAQUE
Sobre o time, o treinador já antecipou uma provável mudança no ataque. Pedro Raul sentiu dores musculares que, segundo Valentim, “têm diminuído”.
“Provavelmente joga o Navarro. Mas essa é uma briga boa com o Igor Cássio. Jogadores jovens, que contamos muito. Precisarei muito de todos no decorrer do jogo”, afirmou.
Assim, a equipe titular em Caxias do Sul deve ser Gatito Fernández; Fernando, Marcelo Benevenuto, Joel Carli e Guilherme; Cícero, Thiaguinho, Alex Santana e Bruno Nazário; Luis Henrique e Navarro.
HONDA
Sobre a chegada do meia japonês Keisuke Honda, Valentim ficou muito satisfeito com a contratação.
“Vai nos trazer além da qualidade técnica. Terá um período de adaptação, num país onde nunca trabalhou. Jogou em alto nível, chegou a jogar no Milan. Vai nos ajudar nesse aspecto de ajudar os mais jovens”, disse o técnico ressaltando que a comunicação não será problema.
“Não falo nada (de japonês). Sorte que ele jogou na Itália. Vamos falar em italiano. Meu inglês é ruim. Mas ele tem que se virar para aprender português. Ele que se vire. Ele é inteligente, vai conseguir”.





































































































































