Copa do Brasil: Papão não quer jogo de volta

Belém, PA, 21, (AFI) – O Paysandu não quer saber de renda num eventual jogo de volta contra o São José (AP) e pretende liquidar o adversário já nesta quarta-feira, em sua estréia na Copa do Brasil. A ordem de liquidar a fatura foi dada na Curuzu pelo presidente bicolor Miguel Pinho, prontamente entendida pelo técnico Fernando Oliveira.

A partida será disputada às 20h30 (horário de Belém) no estádio Zerão, em Macapá, e marca um confronto inédito entre as equipes na competição. Com mudanças no time e na postura tática, os bicolores enfrentarão um oponente completamente desconhecido.

Para não dar chance de o “Sanjusa” sufocar o Paysandu, Fernando Oliveira definiu que seu time terá de se impor jogando no ataque. No treino tático de ontem pela manhã no estádio Leônidas Castro, foram confirmados entre os titulares os pratas-da-casa Paulinho e Cleidir, que são polivalentes. O primeiro entra no lugar de Alex na lateral-esquerda, e o outro atuará ao lado de Lecheva na armação.

O Papão jogará finalmente com dois volantes, e a novidade maior pode estar no ataque, com o meia-ofensivo Marquinhos Paraíba sendo escalado ao lado de Róbson. O motivo é que o treinador quer maior retenção de bola no campo inimigo.

Tartaruga ganha o Brasil. De novo
Hoje à noite, por alguns instantes, o Ananindeua deixa de lado a decisão do título do primeiro turno do Campeonato Paraense para escrever outro capítulo de sua sensacional história de ascensão. A Tartaruga enfrenta o São Raimundo (AM), na Curuzu, na estréia das duas equipes na Copa do Brasil 2007. É a primeira vez – em quase 30 anos de fundação – que o Ananindeua participa da competição.

“Para a gente isso representa uma grande oportunidade de afirmação do crescimento da equipe”, afirmou o técnico Sinomar Naves, que tem planos bem ambiciosos para a Tartaruga nessa temporada. Esta também é a segunda competição de âmbito nacional que o time participa. A primeira foi a Série C do Brasileiro de 2006.

O clima entre os jogadores também não poderia ser melhor. A ansiedade é grande, mas “é uma alegria que não chega a ser euforia”, assegurou o treinador. A preocupação de Sinomar Naves soa como um alerta de que é preciso encarar o jogo com muita seriedade. Afinal, o grupo comandado por ele está escrevendo uma das páginas mais importantes da história do clube. Uma das apostas do treinador está na experiência do grupo, basicamente o mesmo da boa campanha na Série C do Campeonato Brasileiro, ano passado.