Copa do Brasil: Após derrota no STJD, Aparecidense promete entrar na Fifa
Na última quinta-feira, o STJD negou a Medida Inominada do clube goiano e manteve o jogo contra a Ponte para quarta-feira
Na última quinta-feira, o STJD negou a Medida Inominada do clube goiano e manteve o jogo contra a Ponte para quarta-feira
Campinas, SP, 29 (AFI) – Na última quinta-feira, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) rejeitou a Medida Inominada da Aparecidense, que pedia a anulação do julgamento que impugnou o jogo contra a Ponte Preta pela primeira fase da Copa do Brasil. A diretoria do Camaleão, porém, não desiste.
Logo depois de mais uma derrota nos tribunais, o diretor de futebol da Aparecidense, João Rodrigues, disse à Rádio CBN, de Campinas, que o clube vai acionar a Fifa e não a Justiça Comum. O Camaleão não concorda com a anulação do jogo, que havia terminado com a vitória sobre a Ponte Preta, por 1 a 0.
“Os advogados vão entrar na Fifa. Justiça comum não. Devem ser torcedores que podem entrar. O Aparecidense não. Mas essa atitude foi um desmoralização. Nunca vi um resultado do campo ser mudado. Vamos buscar nossos direitos porque a cidade não entende a decisão”, afirmou o dirigente do clube goiano.
Como a Medida Inominada da Aparecidense foi negada, o jogo válido pela primeira fase da Copa do Brasil está marcado para a próxima quarta-feira, em Aparecida de Goiânia. Por estar melhor colocada no ranking da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a Macaca tem a vantagem do empate. Quem passar encara o Bragantino-PA.
O QUE ACONTECEU!
No primeiro jogo, que foi anulado, a Ponte Preta perdia por 1 a 0 até os 44 minutos do segundo tempo, quando Hugo Cabral deixou tudo igual.
Tanto o árbitro Léo Simão Holanda, quanto o auxiliar Samuel Oliveira Costa validaram o gol, mas a Aparecidense ficou reclamando de impedimento no lance – a imagem mostra que estava impedido.
No meio da confusão, o advogado da partida, Adalberto Grecco, aparece em campo conversando com a arbitragem, que em seguida anula o gol.
Em julgamento do STJD, a Ponte Preta conseguiu impugnar o jogo sob a alegação de interferência externa e a CBF remarcou o jogo para o dia 4 de abril.





































































































































