Continuamos discutindo elencos de Guarani e Ponte

Zagueiro Ednei na Macaca e volante Índio no Bugre

Continuamos discutindo elencos de Guarani e Ponte

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Ednei, que defendeu o Cuiabá

Ednei, que defendeu o Cuiabá

Na postagem anterior, propus que abríssemos detalhada discussão sobre remontagens de elencos de Guarani e Ponte Preta, e no universo de dezenas de internautas que postam comentários apenas alguns se dispuseram às referidas citações.

Claro que em se tratando de jogadores medianos, a possibilidade de erro de quem opina positiva e negativamente é natural.

De repente, um jogador mediano se encaixa no conjunto, ou o esquema tático pode lhe ser apropriado. Aí você se surpreende.

Por isso, parte-se de avaliações preliminares dentro de princípio lógico, exceto quando o dirigente comete aberrações.

AVALIAÇÕES

Parceiro bugrino Luiz Otto Heimpel mostrou-se descrente com a planificação traçada, enquanto o pontepretano Tio Lei sugere que avaliemos condições dos atletas contratados, com justificativa de que raramente assiste à jogos de outras agremiações.

Heimpel faz restrições ao zagueiro Thales, meia Tony e volante Índio.

Desconheço o futebol de Thales. Seria ele um zagueiro cascudo, como insinua o bugrino Herald? Evito opinar na base do ‘ouvi dizê’.

Entre o então titular Bruno Silva e Índio, o segundo pode ter melhor rendimento.

Por sinal, o irreverente parceiro pontepretano João da Teixeira cita que ‘Índio é uma boa opção para a tribo. O nome voltaria a ser o apelido original para combinar com o seu futebol. Se não me engano já tem um Índio na tribo bugrina’.

TONY

Quanto a Tony, o futebol dele vai depender de como será povoado esse meio de campo do Guarani, visto que é jogador de toque de bola, e assim as jogadas evoluírem logicamente com aproximação de jogadores.

Com a saída do meia Lucas Crispim, não há reposição à altura.

Quanto a manutenção do atacante Rafael Costa, endosso posição do ex-treinador bugrino Felipe Conceição, que o havia colocado fora dos planos.

De repente o atleta nos desmente e assim será melhor para o clube. Claro que desta hipótese desconfia o bugrino Herald, que cita ter preferências por atacantes com intimidade às redes adversárias, assim como observa que a chegada do goleiro Rafael Martins traz mais experiência à posição.

PONTE PRETA

Tio Lei sugere que passemos a régua em relação aos contratados.

Ednei, zagueiro não relacionado para permanência no Cuiabá, mostrou-se melhor de que aqueles que aqui estão, mas nem por isso está num patamar muito mais elevado.

É o típico zagueiro que ‘zagueira’, estilo forte e com falsa aparência de que seja pesadão.

No Cuiabá, se deu bem ao lado de um zagueiraço como Anderson Conceição.

Quando a Vini Locatelli, questionei no programa esportivo da Rádio Brasil Campinas, dias atrás, por que a Chapecoense libera um meia justamente quando o time atinge a elite do futebol brasileiro?

ESTATURA

Prevaleceu na Chapecoense a força do conjunto, na Série B. Caso alguém tenha observado destaque nele, conte-nos, assim como Renan Mota e Thales, jogadores em que não se pode programar jogadas aéreas devido à estatura.

O mesmo se aplica ao atacante de beirada Bruno Michel, 1,70m de altura, mas no chão ele se vira razoavelmente, com tendência de crescimento.

Pelo menos pode-se dizer, sem medo de errar, que o futebol dele é melhor de que o instável Guilherme Pato.

PAULO SÉRGIO

Pelo estilo que a Ponte jogava, com isolamento do centroavante, se continuar assim o contratado Paulo Sérgio não pega na bola, assim como ocorreu com Matheus Peixoto e Orobó, pois igualmente não é jogador de mobilidade.

De repente, em novo comportamento do time, com meias encostando mais no centroavante, a situação pode se inverter.

A recomendação lógica seria contratar centroavante de mais mobilidade na tentativa de escapar de fechadas marcações de adversários.

Portanto, Tio Lei, talvez você deva incluir na sua escalação Ednei e Bruno Michel, e saque Ruan Renato e Moysés.

ERRATA

Quando a gente erra tem que publicamente assumir o erro.

Citei, dias atrás, que não haveria rodada pelo Brasileiro da Série A em razão do período de Carnaval.

‘Comi bola’ ao copiar informação de um site – que prefiro preservar o nome.

A bola corre solta nestes dias, até porque a festa de Momo foi pras cucuias com a pandemia da Covid-19 assustando todos os brasileiros.

LULA PEREIRA

Colunas Cadê Você e Memórias do Futebol estão atualizadas e contam um pouco da trajetória do treinador Lula Pereira, morto neste sete de fevereiro, vítima de desdobramento de AVC (Acidente Vascular Cerebral).

Na abordagem doméstica de Cadê Você, a efêmera passagem dele pelo Guarani, acrescentada pela curiosidade de ter sido o sétimo ex-comandante bugrino falecido no período de 12 meses.

No áudio Memórias do Futebol, narração da trajetória dele até pelo Flamengo, apesar do perfil basicamente de um profissional motivador.