Consórcio com gestora do estádio do Palmeiras se candidata a administrar Maracanã

Enquanto a Bravo Live tem a experiência de administrar o estádio do Palmeiras, a Golden Goal já operou no Maracanã

Enquanto a Bravo Live tem a experiência de administrar o estádio do Palmeiras, a Golden Goal já operou no Maracanã

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Rio de Janeiro, RJ, 21 – Um consórcio formado por três empresas declarou nesta quinta-feira o desejo de administrar o Maracanã. A Bravo Live, gestora do Allianz Parque, a Golden Goal e a T4F Entretenimento protocolaram o interesse de assumir as operações do estádio carioca enquanto um novo processo de licitação não é realizado.

“As empresas, que possuem ampla experiência no mercado de entretenimento, acreditam que podem contribuir significativamente com o Governo do Estado do Rio de Janeiro, auxiliando na estruturação do trabalho de mapeamento e reformulação das operações do Complexo do Maracanã durante o processo de permissão de uso, em caráter precário, até a realização de novo processo licitatório”, explicaram as empresas em nota.

Consórcio com gestora do estádio do Palmeiras se candidata a administrar Maracanã

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Enquanto a Bravo Live tem a experiência de administrar o estádio do Palmeiras, a Golden Goal já operou no Maracanã junto com Flamengo e Fluminense, e a T4F atua na área de entretenimento e é responsável pela realização de diversos shows de grande porte no Brasil.

“A Bravo Live, a Golden Goal e a T4F manifestam seu total interesse de atuar junto aos clubes do futebol carioca, a fim de desenvolver um modelo de operação que conjugue os interesses de todos, além de viabilizar que tais clubes atuem como sócios na gestão do Complexo Maracanã”, apontaram.

ROMPIMENTO DE CONTRATO
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, anunciou na última segunda-feira o rompimento unilateral do contrato de concessão do Maracanã. Com a medida, o poder público retomou o controle do estádio.

Um decisão da Justiça de setembro do ano passado determinava que a parceria firmada entre o Estado do Rio e a IMX-Holding S.A., que administrava o estádio, apresentava ilegalidades. A parceria foi firmada em 2013 originalmente para um período de 35 anos. De acordo com o governador, no entanto, “não dava para manter” uma empresa condenada pela Justiça.