Confira as atuações do Choque-Rei. É Verdão na final!
São Paulo, SP, 20 (AFI) – O Futebol Interior esteve atento a todos os movimentos do clássico entre Palmeiras e São Paulo, neste domingo, pelas semifinais do Campeonato Paulista. E, principalmente, observou com atenção as atuações dos dois times.O jogo foi bastante equilibrado e as duas equipes se mostraram bastante eficientes na marcação. Com melhor qualidade técnica, o Palmeiras viu sua sorte mudar na falha de Rogério Ceni, no primeiro gol. Em vantagem, o Verdão dominou o jogo e mereceu a vitória.
Confira as atuações do jogo:
Palmeiras
Marcos: Nota 7 – Não fez nenhuma defesa espetacular, até porque o São Paulo não exigiu isso. Ele, entretanto, mostrou bastante segurança quando acionado, principalmente nas saídas para as perigosas bolas aéreas tricolores.
Elder Granja: Nota 5 – Foi o ponto fraco na sólida defesa alviverde. Praticamente não subiu ao ataque e por várias vezes tomou bolas nas costas de Júnior e Jorge Wagner. Para sua sorte, a zaga palmeirense estava atenta nas bolas alçadas.
Gustavo: Nota 8 – Depois de uma atuação desastrosa na primeira partida, Gustavo se redimiu em grande estilo. Não deu espaços para os atacantes são-paulinos finalizarem e ganhou todas pelo alto. Inclusive, do Imperador Adriano.
Henrique: Nota 8 – Assim como seu companheiro Gustavo, foi o melhor em campo. Muito seguro, foi bem em praticamente todas jogadas aéreas e foi um paredão na defesa palestrina.
Leandro: Nota 5 – Também não estava em noite inspirada. Subiu um pouco mais ao ataque que Élder Granja, mas tmbém produziu muito pouco. Na defesa, não foi tão bem, até porque quase todas jogadas do Tricolor saíram pelas pontas.
Léo Lima: Nota 8 – O que falar do homem que mudou a história do jogo. Tudo bem que contou com um forcinha do Rogério Ceni, mas seu gol foi de extrema importância. Até este momento, o São Paulo estava melhor e o Verdão não conseguia encaixar seu jogo. Depois, com a vantagem no placar, a equipe de Luxa se soltou e jogou como gosta.
Martinez: Nota 6 – Taticamente falando foi o melhor no meio-campo do Palmeiras. Marcou muito bem e, ao contrário de Pierre, deu qualidade na saída de bola. Só teve sua nota comprometida por fazer uma falta infantil no final em Fábio Santos e ser expulso.
Diego Souza: Nota 6 – Teve apenas uma atuação discreta. Até que foi bem na marcação, contudo, esteve muito abaixo de seu potencial.
Valdívia: Nota 6 – Mais uma vez mostrou que, se bem marcado, não é o craque que todos rotulam. Embora Fábio Santos tenha demonstrado total falta de ritmo, Valdívia não conseguiu liderar o setor de criação. E só melhorou no final, quando o São Paulo se abriu e os espaços apareceram. Fez um gol fácil.
Kleber: Nota 4 – Um dos piores em campo. Não produziu nada no ataque. Ciscou, tentou buscar jogo, mas nas poucas vezes que encostou na bola acabou errando. Acabou substituído por Denilson.
Alex Mineiro: Nota 5 – Ficou muito preso aos grandalhões da defesa adversária. A bola praticamente não chegou aos seus pés. Ao contrário de Kléber, contudo, ele ajudou a marcar a saída de bola e mostrou raça.
Wendel: Nota 6 – Tecnicamente não fez muito mais que o Diego Souza, que saiu para sua entrada. Ajudou muito na marcação e deu o passe para o segundo gol, que matou as esperanças do Tricolor.
Denilson: Nota 5 – Entrou para segurar a bola no ataque, mas quase não ficou com ela nos pés. Teve um lance em um contra-ataque, que poderia ter tocado para o companheiro, mas acabou chutando mal para fora.
Lenny: Nota 6 – Entrou no final, mas, tal qual Wendel, iniciou a jogada do contra-ataque para o segundo gol. Foi importante para o resultado.
Vanderlei Luxemburgo: Nota 7 – Teve como grande mérito a armação da “bateria anti-área” na defesa. Conseguiu acertar a marcação do Verdão e, quando estava em vantagem no placar, apertou a saída de bola para forçar o erro adversário.
São Paulo
Rogério Ceni: Nota 3 – É um dos melhores goleiros do Brasil. Mas não estava em uma grande tarde. Falhou feio no primeiro gol e foi determinante para vitória palmeirense. Até este gol, o São Paulo marcava bem e até parecia que conseguiria arrancar o empate ou até mesmo uma vitória. Com o gol, no entanto, o Verdão passou a jogar do jeito que gosta e o Sampa teve de atuar da maneira que não sabe, ou seja, saindo para o jogo. No final, Ceni fechou sua participação com um tapa no rosto de Valdívia.
Alex Silva: Nota 7 – Sua volta deu uma nova cara a defesa do São Paulo. Mais uma vez foi bem na marcação, quase impecável, e ainda se arriscou ao ataque.
André Dias: Nota 5 – Não foi tão bem quanto seus companheiros de zaga. Em alguns momentos chegou a ser violento e acabou prejudicando sua equipe ao ser expulso na segunda etapa.
Miranda: Nota 7 – Discreto e eficiente como sempre. Também foi bem na marcação e não comprometeu nos lances dos gols.
Joílson: Nota 6 – Começou bem no jogo, explorando bastante as costas do lateral Leandro. Após o primeiro gol do Palmeiras, todavia, acabou sumindo um pouco de campo.
Fábio Santos: Nota 5 – Totalmente fora de forma. Ficou em cima de Valdívia e só. Chegou atrasado em várias bolas e se o chileno estivesse em um dia inspirado teria sido um baile. Também abusou da violência em alguns lances.
Hernanes: Nota 6 – Após uma atuação brilhante no primeiro jogo, Hernanes foi apenas burocrático. Marcou e em alguns lances tentou criar algo. Mas esteve muito longe de seu grande potencial.
Jorge Wagner: Nota 6 – Também começou bem, caindo pela ponta esquerda e tentando ser o grande articulador são-paulino. Mais uma vez mostrou que não é o “camisa 10” que o São Paulo precisa. Poderia ter sido um pouco mais preciso nas bolas paradas.
Júnior: Nota 6 – Atuou até um pouco mais do que se esperava. Já não tem mais o fôlego de antes, mas se esforçou e fez o que pôde tanto no apoio como na marcação.
Dagoberto: Nota 5 – No início deu a impressão que infernizaria a defesa palmeirense. Começou arisco e fez jogadas de habilidade, mas mais uma vez foi muito irregular e sumiu na segunda metade do primeiro tempo.
Adriano: Nota 5 – Desta vez não fez a diferença. Foi anulado pela defesa alviverde e quase não teve chances para marcar. Em uma das raras oportunidades, acabou pegando muito mal e chutando pela linha de fundo.
Borges: Nota 5 – Entrou disposto no segundo tempo, mas também não acrescentou muito. Arriscou alguns bons chutes de fora da área, porém, ficou só nisso.
Hugo: Nota 4 – Entrou e só tocou de lado. Não arriscou nada e como sempre decepcionou.
Sérgio Motta: Sem nota – Teve pouco tempo para mostrar alguma coisa.
Muricy Ramalho: Nota 6 – Até que para as limitações do atual elenco são-paulino, Muricy fez a equipe jogar bem. O São Paulo iniciou o jogo com mais qualidade do que na partida de ida. Mas o treinador ainda tem uma grande falha. Precisa buscar outras alternativas além das bolas alçadas quando precisa vencer.
Wilson Luiz Seneme – Nota 8 – Foi muito melhor que Paulo César de Oliveira. Não teve nenhum lance comprometedor e só teve problemas no final, quando da confusão envolvendo o Valdívia e alguns jogadores do São Paulo. Controlou bem o jogo e aplicou os cartões corretamente.





































































































































