Confira as atuações da vitória do Imortal Boca!
Porto Alegre, RS, 20 (AFI) – No duelo entre dois times imortais, prevaleceu a catimba e habilidade argentina. Como no filme “Higlander”, apenas um poderia sobreviver. E, na batalha final entre os guerreiros da América, deu Boca Juniors, vencedor da Libertadores e o verdadeiro Imortal da América do Sul. O Boca soma seis títulos da competição continental.
Confira as notas dos jogadores e dos técnicos que fizeram o jogo decisivo, que terminou em 2 a 0 para o time argentino.
Grêmio
Saja: Nota 7: Sem participar do jogo, fez apenas uma defesa no primeiro tempo. Não teve culpa no gol do Boca.
Patrício: Nota 4: Não fez muita coisa, nem defendeu, nem atacou.
Teco: Nota 6: Não comprometeu. Enquanto esteve em campo, foi bem. Machucado, saiu para a entrada de Schiavi, que tem nota 5. Só teve uma cabeçada no gol. Na zaga, foi mal.
William: Nota 6: Vacilou no segundo tempo, afrouxando a marcação. Mas foi bem no geral.
Lúcio: Nota 5: Muito esforçado, mas afobado, principalmente nos cruzamentos. Deixou a desejar. Vacilou no gol do Boca.
Lucas: Nota 6: Mesmo fora de forma, foi um leão no meio-campo gremista, marcando e tentando armar o time, já que Tcheco não esteve bem.
Diego Souza: Nota 6: Bem marcado, não teve muitas chances dentro de campo.
Tcheco: Nota 4: Talvez pela contusão que vinha sentindo, não foi o mesmo jogador de antes. Aliás, nesta final de Libertadores, pouco apareceu. Fica a pergunta: se estava machucado, porque jogou? Saiu machucado para a entrada de Amoroso, que tentou colocar fogo no jogo. Até conseguiu, mas foi pouco. Nota 5.
Carlos Eduardo: Nota 8: O melhor gremista em campo, principalmente pela movimentação no ataque.
Tuta: Nota 5: Não foi muito perigoso. Poderia ter participado mais do jogo. Ficou preso na marcação. Everton: Sem Nota: Entrou na fogueira, quando o título já estava perdido.
Técnico: Mano Menezes: Nota 4: A nota baixa foi dada em virtude deste jogo específico. Não foi arrojado nas substituições. Principalmente com a saída de Teco, machucado. Trocou o zagueiro por outro zagueiro. Poderia ter sido mais ousado.
Boca Juniors
Caranta: Nota 7: Quase não foi exigido. No segundo tempo, fez um milagre, salvando o Boca de levar o primeiro gol.
Ibarra: Nota 7: Bem postado na zaga, foi perigoso no ataque, chegando com competência para cruzar na área gremista.
Daniel Díaz: Nota 8: Bem postado, não deu muitas chances ao ataque do Grêmio, que chutou pouco ao gol.
Morel Rodríguez: Nota 8: Ao lado do companheiro de zaga, ficou tranqüilo e, quando apertado, mandava chutões para o ataque.
Clemente Rodríguez: Nota 8: Marcou bem o lateral-direito do Grêmio, Patrício. Além disso, saiu bem com a bola para o ataque.
Pablo Ledesma: Nota 8: Um legítimo cão de guarda. Se o Grêmio pouco chegou ao ataque. foi por culpa dele.
Banega: Nota 8: Assim como todo o time, foi tranqüilo, jogando com a vantagem em baixo do braço. E olha que ele tem apenas 18 anos. Orteman: Sem Nota: Entrou no finzinho só para comemorar.
Cardozo: Nota 8: Quase o melhor do time. Foi bem, principalmente na catimba. Batagglia entrou e pouco fez. Sem Nota.
Riquelme: Nota 10: Aliás, além de nota 10, ele é o verdadeiro camisa 10 da América do Sul. Dono da bola, comandou o Boca Juniors e marcou os dois gols da vitória que deu o caneco ao Boca.
Palacio: Nota 7: Pouco tocou na bola, assim como Palermo, que ficou plantado no ataque e não foi efetivo na parte ofensiva. Boceli: Sem Nota.
Palermo: Nota 6: Pouco pegou na bola. Esteve bem marcado. No pênalti que teve, para variar, chutou para fora.
Miguel Angel Russo: Nota 10: Fez o que o script mandava. Recuou o time quando preciso e mandou o Boca atacar em algumas ocasiões. É o técnico campeão. Merece nota 10 de qualquer maneira.





































































































































