Comissão técnica da Ponte Preta comete erros absurdos e fica tudo por isso mesmo
Na Ponte Preta, nada acontece dentro e fora de campo, pelo menos em reação a tudo que está acontecendo no clube e com o time.
Essa condescendência provoca desconfiança de que o treinador não seja absoluto nas decisões. Ele cometeu vários equívocos.
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 19 (AFI) – Tem mais um transfer ban contra a Ponte Preta. E a situação, que já estava arruinada, fica ainda pior.
Questiona-se por que aquela então ‘barulhenta’ Torcida Jovem da Ponte Preta de repente decidiu se silenciar?
Por que essa abrupta mudança de comportamento?
Claro que ninguém está cobrando reações anormais, mas como justifica essa mudança de postura?
E não há uma movimentação ordeira para enquadrar dirigentes de primeiro escalão.
Se pensassem no clube e não neles, teriam a humildade de admitir a incompetência e abririam espaço para quem se dispusesse a fazer algo diferente.
Vinte quatro horas se passaram após o desastre diante do Londrina e nenhuma decisão que resultasse na demissão do treinador Rodrigo Santana.
Essa condescendência provoca desconfiança de que o treinador não seja absoluto nas decisões.
Se Rodrigo Santana tivesse plena autonomia na organização do planejamento para a partida de segunda-feira, seria inadmissível aceitar, sem contestação, várias posturas equivocadas dele e seus parceiros?

Foto: Marcos Ribolli
LATERAL-DIREITO JULIO
Como justificar a escalação do garoto Júlio, sabendo-se da deficiência dele na marcação e falta de coordenação quando avança?
Isso apesar do reconhecimento que atletas da posição, como Thalys e Justen, não têm convencido.
Então o que fazer?
Já sugeri aqui o recuo do atacante de beirada Diego Tavares, que tem velocidade para fazer a transição e está habituado à marcação.
Logo, a possibilidade de adaptação é real.
TRÊS VOLANTES
Rodrigo Santana montou a equipe contra o Londrina com três volantes, sem projetar que, apesar disso, ficaria buraco no setor.
Então discute-se de que forma a bola poderia chegar qualificada ao ataque, sem a devida transição dos laterais e com volantes sem aptidão para organização de jogadas?
Jamais estaria sugerindo a escalação do meia Élvis, que se descuidou totalmente da parte física e tem ‘andado literalmente’ em campo.
POTTKER E MIGUEL
Será que só eu insisto que o centroavante Pottker não faz por merecer espaço entre os titulares?
O que ele está acrescentando?
Qualquer treinador que não se deixa levar pelos comentários já teria dado camisa para o garoto Miguel, que tem mostrado melhor rendimento no pouco tempo que permanece no gramado.
Questiona-se por que o coordenador de futebol João Brigatti é conivente com tudo isso, assim como o diretor de futebol Marco Eberlin?
Será que não estão enxergando coisas evidentes, ou ambos dão lá os seus palpites de como fazer o planejamento para cada partida?
O que se viu no segundo tempo do jogo contra o Londrina, com desarrumação injustificável no setor defensivo, claramente era assunto para bilhete azul desta comissão técnica do clube.





































































































































