Com problemas cardíacos, ex-goleiro da Seleção anuncia aposentadoria
Jogador não conseguiu se recuperar da arritimia cardíaca
O goleiro Doni deu adeus ao futebol. Com problemas cardíacos , o jogador tinha planos de encerrar a carreira no Botafogo-SP, clube que o projetou para o futebol, durante o Campeonato Paulista de 2014
Ribeirão Preto, SP, 12 (AFI) – O goleiro Doni deu adeus ao futebol. Com problemas cardíacos , o jogador tinha planos de encerrar a carreira no Botafogo-SP, clube que o projetou para o futebol, durante o Campeonato Paulista de 2014, mas os exames médicos impediram que a despedida do ex-goleiro da Seleção acontecesse.

Doni planeja agora fazer um jogo de despedida com amigos. Ele resolveu abandonar a carreira depois de uma bateria de exames, que detectaram a permanência da arritmia no coração e, com isto, a impossibilidade de poder voltar a jogar em alto nível.
Quando defendia o Liverpool, em 2011, o goleiro teve uma parada cardíaca em um treinamento e chegou a ficar morto por 25 segundos. A partir desta complicação, ele foi impedido de voltar aos gramados. Ele refez os exames na Itália e retornou ao Brasil para tentar voltar a jogar, mas recebeu diversos “nãos” dos médicos.
“Queria jogar um pouco mais para meu filho me ver jogar. Isso pega. Mas esse é o único ponto que me faz ter saudade do futebol. O resto já está ok”, afirmou o jogador, que chegou a assinar contrato com o Botafogo nesta temporada.
Agora, Doni atacará como empresário. Ele montou uma empresa de entretenimento e estuda a criação de uma escolhinha de futebol da Roma, clube no qual é ídolo e chegou à Seleção Brasileira. O ex-goleiro garante que a nova vida o impede de lembrar do susto.
Carreira
Vice-campeão paulista pelo Botafogo em 2001, Doni seguiu para o Corinthians, onde atuou por duas temporadas e conquistou três títulos. De lá seguiu para o Santos, mas nem chegou a jogar pelo Peixe. Também teve rápidas passagens por Cruzeiro e Juventude antes de tentar carreira fora do Brasil.
De Caxias do Sul seguiu para a capital da Itália, onde defendeu a Roma por seis anos. Lá se tornou ídolo e foi convocado para a Seleção Brasileira. Como titular do gol canarinho foi campeão da Copa América de 2007 e reserva de Júlio César na Copa do Mundo de 2010. Em 2011 se transferiu para o Liverpool.





































































































































