Com futuro indefinido no Guarani, Chamusca está na mira do Paysandu
O treinador é o nome favorito da diretoria bicolor para substituir o técnico Dado Cavalcanti na temporada 2017
O treinador é o nome favorito da diretoria bicolor para substituir o técnico Dado Cavalcanti na temporada 2017.
Campinas, SP, 16 (AFI) – Após a conquista do acesso à Série B com o Guarani, o técnico Marcelo Chamusca segue com o futuro indefinido. O clube quer mantê-lo, mas esbarra em valores e exigências que dificilmente poderá cumprir. Enquanto isso, o treinador segue em alta no mercado e está na mira do Paysandu para substituir Dado Cavalcanti em 2017.
Na última terça-feira, o time paraense confirmou que o atual treinador não vai continuar no comando do clube na próxima temporada. Segundo informações da Rádio Clube do Pará, Chamusca é o nome favorito da nova diretoria, que terá o vice Sérgio Serra como presidente, para comandar o Papão. Outro nome especulado é de Fernando Diniz, do Oeste, mas parte dos dirigentes não gostaram da sugestão.
Chamusca foi vice-campeão da Série C com o Guarani e está valorizado. Ele mesmo já admitiu que tem propostas de dois times do futebol asiático, mas ainda existe a possibilidade de continuar no time do interior paulista, com o qual tem contrato até o fim deste ano. De qualquer maneira, a tendência é que ele deixe o clube.
Na semana passada, o treinador jantou com o presidente do Bugre, Horley Senna, e reforçou algumas exigências para continuar no comando. Além de uma valorização salarial,ele pediu a manutenção de ao menos 70% do elenco e a garantia de que o clube continuara recebendo os investimentos feitos pela do Grupo Magnum.
O problema é que nesta terça-feira o presidente da empresa parceira, Roberto Graziano, revelou um impasse com a diretoria bugrina e afirmou que vai reduzir o investimento no clube. Nesta temporada, a Magnum investiu quase R$ 1 milhão por mês, sendo que assinou um contrato se comprometendo a ceder apenas R$ 350 mil, valor com o qual quer trabalhar a partir de agora. Isso se a parceira não foi rompida pelo desentendimento entre as partes





































































































































