Com dívida milionária, clube do Paulistão descarta venda de estádio
O presidente do clube também descartou a troca de terrenos com a Prefeitura de Ribeirão Preto
O Botafogo está correndo atrás para tentar quitar uma dívida de aproximadamente R$ 55 milhões ao Banco Axial.
Ribeirão Preto, SP, 12 (AFI) – O Botafogo está correndo atrás para tentar quitar uma dívida de aproximadamente R$ 55 milhões ao Banco Axial. A pendência foi adquirida entre os anos de 1998 a 2001, quando a Pantera era comandada pelo presidente Ricardo Ribeiro. E para não deixar que os bens do clube sejam colocados em leilão, o atual mandatário, Gustavo Assed vem correndo contra o tempo para que os torcedores continuem frequentando as arquibancadas do Estádio Santa Cruz.

O processo sobre as dívidas estão em trânsito na Justiça. Por isso, Gustavo Assed esteve reunido na manhã desta quarta-feira com autoridades na sede da Prefeitura de Ribeirão Preto, para que as negociações sejam prorrogadas.
A grande intenção é que o Botafogo consiga evitar com que seu estádio, patrimônio histórico e esportivo de Ribeirão Preto e do País, não desapareça, já que a prefeitura ficaria com o terreno localizado na Avenida Costábile Romano. O clube teria a área, em que fica os campos de treinamento de sua escolhinha, na Avenida Francisco Junqueira. Um acordo para quitar a dívida, com a venda do terreno que seria trocado, é estudado, mas a possibilidade de isso acontecer é pequena.
Procurado pelo Portal Futebol Interior, o dirigente disse que o Estádio Santa Cruz não vai ser leiloado e que a dívida é a prioridade no momento. O cartola também comentou sobre a possibilidade de trocar de terreno, juntamente com a Prefeitura local. Assed afirmou que está a procura de investidores, mas que o grande investidor do time é a torcida.
“Estamos correndo atrás para que possamos tentar quitar essa dívida o mais rápido possível. Realizamos uma reunião com autoridades na Prefeitura e pedimos uma prorrogação para que a dívida seja paga de forma mais fácil. Temos que superar esses problemas, já que o credor principal pediu penhora dos bens do clube. O que posso garantir é que não haverá leilão e que não existe nenhuma possibilidade da troca do terreno do Botafogo, na Av. Costabile Romano, com o da Prefeitura, que faz frente à Av. Maurílio Biagi. Estamos procurando investidores sim, mas o grande investidor é a nossa torcida”, comentou Gustavo Assed.





































































































































