Cogitado no Corinthians, Barcos deve permanecer na China por conta de calotes

Quando comprou o Pirata do Palmeiras, o Grêmio concordou em pagar a dívida do Verdão com o atleta mas não cumpriu o acordo que previa luvas de R$ 750 mil mensais

Quando comprou o Pirata do Palmeiras, o Grêmio concordou em pagar a dívida do Verdão com o atleta mas não cumpriu o acordo que previa luvas de R$ 750 mil mensais

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Campinas, SP, 29 (AFI) – Cogitado por algumas equipes do futebol brasileiros como Corinthians e Cruzeiro, o atacante argentino Hernán Barcos não vê com bons olhos o retorno ao futebol brasileiro na próxima temporada. O motivo que deixa o argentino reticente em voltar foram os calotes que tomou do Palmeiras e Grêmio.

Tanto o Alviverde como o Tricolor Gaúcho ficaram devendo muito dinheiro ao Pirata. A dívida com o Verdão foi quitada pelo próprio Grêmio, como parte da transferência do jogador ao clube gaúcho. No entanto, o Grêmio gaúchos não cumpriu o acordo que lhe previa salários e luvas de R$ 750 mil mensais e foi obrigado a aceitar a proposta do Tianjin Teda, da China para, também, aliviar a folha salarial do clube.

Na China, Barcos soma 15 gols em 26 partidas e não pretende voltar ao Brasil tão cedo

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Com a camisa alviverde, Barcos marcou 31 gols em 65 partidas e chegou a ser tratado como ídolo, mas saiu pela portas dos fundos em 2013, quando o time disputou a Série B do campeonato brasileiro e mais precisava dela. Já pelo Grêmio, o argentino balançou a rede 45 gols vezes 112 jogos.

Atualmente, o salário do Pirata gira em torno R$ 1 milhão por mês. Apesar da dificuldade com a adaptação ao país, ele tem bom aproveitamento no futebol chinês: são 15 gols em 26 partidas, o que rende uma média superior a um gol a cada duas aparições.

Além do Timão, o nome do atacante foi especulado nos rivais Cruzeiro e Atlético-MG, mas os dois se assustaram com a pedida salarial do atacante e com as garantias bancárias exigidas para um acordo.