Clube do Paulista A3 é acionado na Justiça do Trabalho por atrasos salariais
Representados pelos advogados Filipe Rino e Thiago Rino, os atletas entraram com ação de quase R$ 1,3 milhão
Representados pelos advogados Filipe Rino e Thiago Rino, os atletas entraram com ação de quase R$ 1,3 milhão
Barretos, SP, 09 (AFI) – Em grave crise financeira por conta da paralisação do futebol, o Barretos tem mais um problema para resolver. Isso porque um grupo de 20 jogadores acionaram a Justiça do Trabalho para cobrar salários atrasados. A ação é de quase R$ 1,3 milhão.
ATRASOS
Representados pelos advogados Filipe Rino e Thiago Rino, os atletas cobram salários de fevereiro, março, abril e maio, além de férias, 13º e FGTS.

Foi incluída no processo a MR Soluções Públicas, que pertence ao tesoureiro do clube, Marcos Roberto da Silva.
COTA BLOQUEADA
Isso porque parte do pagamento de fevereiro foi feito pela empresa, pois o clube estava com verba bloqueada.
Marcos é integrante da nova diretoria, que assumiu em 2 de janeiro e tem como presidente Raphael Dutra.
Funcionários e fornecedores também estão com vencimentos atrasados e, para piorar, a cota repassada pela Federação Paulista de Futebol (FPF) foi bloqueada por conta de outras dívidas. O Barretos também chegou a fazer uma ‘vaquinha virtual’ na tentativa de amenizar o problema.
PAULISTA A3
O Campeonato Paulista A3 foi paralisado ao fim da 11ª rodada, em 15 de março, restando quatro rodadas para o fim da primeira fase. O Barretos está fora do G8, em 12º com 13 pontos. Linense, em casa, Noroeste, em casa, EC São Bernardo, fora de casa, e Marília, em casa, serão os últimos adversários do BEC.





































































































































