Cheque Carnaval vem à tona no Comercial e Benazzi desafa após "show de bola"
Problemas extra-campo, como o Cheque Carnaval - ou - Cheque Lepo Lepo - atrapalha campanha do Comercial
O clima nos vestiários do Comercial, após a derrota no clássico Come-Fogo, não era nada dos melhores. O técnico Vágner Benazzi, sem menosprezar o adversário, disse que seu time “deu show de bola”
Ribeirão Preto, SP, 8 (AFI) – O clima nos vestiários do Comercial, após a derrota no clássico Come-Fogo, não era nada dos melhores. O técnico Vágner Benazzi, sem menosprezar o adversário, disse que seu time “deu show de bola”, mas criticou a arbitragem, que não teria marcado um pênalti claro e nem marcado falta no gol do adversário. Já o volante Xaves preferiu dizer que não há muito o que falar com “os problemas que temos enfrentado fora de campo”.

Ele fez uma alusão clara à falta de pagamentos do Comercial, com o presidente Nelson Lacerda tendo “criado” o famoso CHEQUE CARNAVAL OU LEPO LEPO. Só passou cheques aos jogadores para o depósito no dia 28 de fevereiro e, muitos deles, ainda não sabem – só vão saberão segunda-feira – se o dinheiro caiu na conta.
Afinal de contas, onde o presidente Nelson Lacerda enfiou o dinheiro – R$ 2,5 milhões limpos – vindos da televisão? E as outras receitas com rendas e patrocinadores? Nas arquibancadas no Estádio Santa Cruz, após o jogo houve um côro das arquibancadas da torcida do Bafo, que foi em bom número ao campo do rival.

“Fora Lacerda, fora Lacerda…”
ELOGIOS E PROTESTOS
Para o técnico do Bafo, Vágner Benazzi, o resultado do Come-Fogo foi muito injusto. Primeiro pelo comprometimento da arbitragem. Segundo porque seu time jogou muito mais bola do que seu adversário.
“Só deu Comercial desde o começo do jogo. O goleiro deles pegou várias bolas e mandamos duas bolas na trave. Eles (Botafogo) não saíram lá da defesa. Nós marcamos bem e deixamos eles acuados, sem saída de bola. Eles fizeram o gol, que achei irregular, porque o atacante (Diego Macedo) empurrou o Marcone, e no final, nos acréscimos, o rapaz (Lima) acertou uma bola na trave numa falta. Só isso”, resumiu Benazzi.
A Benazzi continuou desabafando.
“Chateia e chateia muito. O Comercial não é qualquer time. Tem uma boa estrutura, uma fanática torcida e não pode ser tratado desta maneira (em relação à arbitragem). Para Benazzi o pênalti sofrido por Leandrinho, aos 25 minutos, empurrado e derrubado por César Gaúcho seria marcado se fosse do lado do Botafogo.
Faltando dois jogos para o término do campeonato, a situação do Bafo é perigosa, com 11 pontos, em 16.º lugar. Vai receber o Osasco Audax, no Estádio Palma Travassos, e depois vai sair diante do XV de Novembro, em Piracicaba.
“Com a arbitragem do jeito que está, infelizmente, nós não vamos evitar o rebaixamento”, concluiu.
ESTAS INFORMAÇÕES FORAM TIRADAS DAS REPORTAGENS DA RÁDIO 79 DE RIBEIRÃO PRETO, EMISSORA PARCEIRA DA RÁDIO FUTEBOL INTERIOR – RÁDIO FI.





































































































































