Chamusca teima ao ignorar o óbvio e piora aquilo que não era bom na Ponte Preta
Treinador comete erros primários na escalação da equipe
Chamusca teima ao ignorar o óbvio e piora aquilo que não era bom na Ponte Preta
Assessorias de imprensa de clubes – nem sempre formada por jornalistas diplomados – cumprem o sagrado dever de apresentar relatórios a membros de comissões técnicas e dirigentes sobre informações e análises produzidas por veículos de comunicação.
Pressupõe-se que na Ponte Preta não seja diferente. E assim sendo de certo o treinador Marcelo Chamusca constata aquilo que dele é citado, sem que seja cabível reflexão sobre as críticas. Ou melhor: sem alarde simplesmente se contrapõe aqueles que pensam diferente.
Chamusca, baiano de Salvador, foi jogador com passagem pelo Bahia e durante nove anos colecionou aprendizagem quer orientando equipes das categorias de base, quer como auxiliar técnico.

O certificado de carreira solo foi concedido em 2012 no Vitória da Conquista. E consta no valorizado currículo acessos de divisões em competições nacionais.
Logo, chegou recomendado a impulsionar o futebol pouco produtivo da Ponte Preta, mas na prática tem cometido erros primários.
VICTOR RANGEL
Claro que aquele futebol horroroso praticado pela Ponte Preta no empate diante do fraco Sampaio Corrêa, em Campinas, exigia reflexão.
Pois em vez de providências práticas, o treinador ignorou a pobreza técnica do centroavante Victor Rangel e fez questão de mantê-lo diante do Oeste.
Inadvertidamente pagou pra ver resposta satisfatória do atleta e viu a repetição do lastimável
Assim sendo, quem o contratou tem a obrigação de avisar que tudo tem limite. Chega.
JÚNIOR SANTOS E BARCELOS
Há quanto tempo não acontece nada quando Júnior Santos pega na bola?
Não era caso de um ‘banquinho’ de reservas e se optar por outra alternativa no elenco? No mínimo ficaria do mesmo tamanho.
Por que a insistência com Danilo Barcelos?
Sem força física para sequer dar um drible no adversário, alonga a bola ao ataque ou toca. Se tiver que se desvencilhar de um adversário, esqueça.
Ora, num elenco extremamente limitado, a principal atribuição do treinador é acrescentar. E só se acrescenta quando elementarmente se faz escolha correta de titulares.





































































































































