Castigo veio a cavalo para o Guaraní paraguaio, diante do Palmeiras

Castigo veio a cavalo para o Guaraní paraguaio, diante do Palmeiras

Castigo veio a cavalo para o Guaraní paraguaio, diante do Palmeiras

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Provérbio português de que o ‘castigo vem a cavalo’ se aplica perfeitamente ao Club Guaraní paraguaio (com acento na língua espanhola), quando sofreu o primeiro gol na derrota para o Palmeiras por 3 a 1, na noite desta terça-feira, em São Paulo, pela Libertadores.

Guarani abusava de catimba, picotava o jogo, até que ao cometer uma falta se preocupou em fazer ‘rodinha’ no juizão, e esqueceu que não há necessidade de se esperar o apito para a cobrança.

O Palmeiras cobrou rapidamente a ‘infração’, pegou a defesa adversária desorganizada, e disso se aproveitou o atacante Luiz Adriano, por sinal autor dos outros dois gols.

Logo, aplica-se castigo vem a cavalo, que na prática pode demorar um pouco, mas chega.

Se o time paraguaio tinha proposta de marcar atrás da linha da bola para não sofrer gol, quando ficou em desvantagem abriu a porteira em busca do empate.

Aí, aplica-se mais um bordão: onde passa um boi passa a boiada.

Ao encontrar espaços o Palmeiras colocou em prática a sua qualidade técnica para ampliar o placar.

Por ocasião do terceiro gol, de certo palmeirense da velha guarda reviveu os anos 70, quando o time fazia jogadas de fundo e o centroavantão repartia a bola com a becaiada e a empurrava ao fundo da rede.

Na jogada, Dudu lembrou o endiabrado ponteiro-esquerdo Nei, que rente a linha de fundo achava César Maluco para o complemento. Agora, no cruzamento rasteiro, quem apareceu lá para marcar foi Luiz Adriano.

FELIPE MELLO

Que grata surpresa tem sido a adaptação de Felipe Mello à zaga central do Verdão.

Não bastasse a capacidade de desarme e reconhecida impulsão pra ganhar a maioria das jogadas pelo alto, hoje a valorização de saída de bola é inigualável no futebol brasileiro, principalmente quando alongada.