Caso massagista: Se partida for remarcada, Aparecidense não quer jogo em Juiz de Fora
Julgamente está prevista acontecer nesta segunda-feira, no Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, RJ, 16 (AFI) – O advogado João Vicente de Moraes é que está defendendo a Aparecidense, nesta segunda-feira, no Rio de Janeiro, no caso do massagista. Segundo ele, o clube não fez qualquer atitude contra a ética desportiva. E, caso a partida seja remarcada, os goianos não vão querer que o jogo seja em Juiz de Fora, no Estádio Mario Heleno.
“A Aparecidense não fez qualquer atitude a ética desportiva, como entede a procuradoria. Buscaremos a absolvição do clube e depois que o resultado seja mantido”, comentou João Vicente de Moraes, advogado do clube. Caso seja remarcado a partida, a Aparecidense tentará mudar o local do jogo, alegando que não tem segurança na cidade.
“A conduta do Tupi em não dar a segurança necessária, quanto na prevenção e na repressão da ordem em campo. Os jogadores da Aparecidense tiveram que sair correndo para os vestiários, ficando mais de três horas presos, isto está claro para todo mundo. Por isso, pediremos um novo local para o jogo”, finalizou o jurista.





































































































































