Caso Madonna: Presidente do Sampa depõe e critica Del Nero
São Paulo, SP, 17 (AFI) – O “Caso Madonna” ganhou novos capítulos, na tarde desta quarta-feira. O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, prestou depoimento ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva para dar a versão tricolor das denúncias sobre uma possível manipulação de resultado na última rodada do Campeonato Brasileiro. O time foi acusado de “comprar” o árbitro Wagner Tardelli com ingressos para o show da Madonna.O mandatário são-paulino não mudou sua postura nos discursos e continuou bastante crítico em relação ao presidente da Federação Paulista de Futebol, Marco Polo Del Nero, responsável pelas acusações ao clube do Morumbi. O dirigente depôs acompanhado de três advogados por cerca de uma hora e meia.
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“Primeiro o Marco Polo Del Nero afirmou à CBF que avisou sobre o episódio ao Gaeco [Grupo de Atuação] do Ministério Público. De lá ele recebeu a informação da troca de arbitragem. Já a nota oficial do MP diz que sugeriu que o Marco Polo procurasse a Comissão de Arbitragem. As duas versões são contraditórias”, declarou ao site Não satisfeito em mostrar a incoerência nas acusações de Del Nero, Juvenal acusou o presidente da FPF de tentar “atrapalhar” o Tricolor para o jogo decisivo contra o Goiás, que decidiria o campeão brasileiro.
Justicadepostiva.com.
Por conta de denúncia, a Comissão de Arbitragem da CBF excluiu Wagner Tardelli do duelo e realizou um outro sorteio. O escolhido para ser o dono do apito acabou sendo o “desconhecido” Jaílson Macedo Freitas.Apesar de toda polêmica, o São Paulo confirmou seu favoritismo, venceu o jogo, por 1 a 0, e conquistou o hexacampeonato. Assim, diminuiu o peso das acusações de Del Nero.
Um dos argumentos apresentados para inocentar o time tricolor, é de que os ingressos enviados à Federação Paulista saíram do Morumbi dois dias antes do sorteio do trio de arbitragem. Eliminando, assim, qualquer chance de compra de Tardelli. Além disso, os são-paulinos alegam que os envelopes foram endereçados ao vice da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos.





































































































































