Caso Dagoberto: Furacão promete protesto contra o São Paulo
São Paulo, SP, 28 (AFI) – Mais um capítulo sobre a enrolada transferência do atacante Dagoberto para o São Paulo. Nesta terça-feira, o diretor jurídico do Atlético-PR, Marcos Malucelli, prometeu uma representação junto a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) contra o Tricolor. O motivo: aliciamento ao seu jogador.
“O que o São Paulo está fazendo em relação ao Dagoberto não é assédio, mas aliciamento. Estamos tomando as atitudes necessárias para entrar com recurso nos órgãos responsáveis (CBF). O São Paulo está nos atrapalhando, porque pagamos caro por um jogador que não pode atuar por causa das especulações”, justificou o dirigente, em entrevista à Rádio Jovem Pan.
Por enquanto, Dagoberto está afastado do time principal do Atlético-PR. Sua atual multa de rescisão de contrato é de R$ 16,4 milhões. Contudo, no dia 29 de março, nesta quinta-feira, segundo cláusula, este valor cai de forma brusca para R$ 5,5 milhões, valor que o Tricolor alega ter oferecido ao time paranaense.
Segundo Marcos Malucelli, o São Paulo tem histórico de aliciar jogadores. “Essa postura é uma prática. O Goiás já sofreu bastante com isso, bem como também já temos essas experiências, como no caso Aloísio e com outros jogadores de base. Com o Marcos Aurélio também, mas ele acabou indo para o Santos”, alegou.
Ainda por cima, Marcos Malucelli faz mais uma acusação: ele garante que o Tricolor ainda não ofereceu nem os R$ 5,5 milhões por Dagoberto. Desta forma, o Furacão tenta na Justiça manter a cláusula em R$ 16,4 milhões até julho.
“O São Paulo poderia ter levado o Dagoberto há oito meses, bastava ter depositados os R$ 16 milhões na conta do Atlético. Não precisam entrar em contato com a gente, basta pagar”, finalizou Marcos Malucelli.





































































































































