Carpini prioriza Série A após empate na Sul-Americana e cobra evolução individual no Vitória
O time soma três pontos no Grupo B e praticamente não tem mais chances de classificação na Sul-Americana
O Vitória ocupa atualmente a 18ª colocação do Brasileirão, com apenas seis pontos.
Salvador, BA, 07 (AFI) – Após o empate em 1 a 1 com o Defensa y Justicia, em Salvador, pela quinta rodada da fase de grupos da Copa Sul-Americana, o técnico Thiago Carpini deixou claro que o foco do Vitória agora é o Campeonato Brasileiro. O time soma três pontos no Grupo B e praticamente não tem mais chances de classificação.
“A escolha hoje foi justamente priorizar a Série A”, afirmou Carpini na entrevista coletiva. “Como não aconteceu a vitória hoje, Papai do Céu está mostrando que o caminho é mesmo o Brasileiro. Se a gente vence hoje, cria expectativa, aí fazemos força-tarefa nos últimos jogos e nisso vão passando rodadas da Série A. O jogo do Vasco é o mais importante e, com ou sem tempo de treinar, precisamos vencer”, completou.
O Vitória ocupa atualmente a 18ª colocação do Brasileirão, com apenas seis pontos. No sábado, às 18h30, o time baiano recebe o Vasco no Barradão, pela oitava rodada da competição, em um confronto direto contra o rebaixamento.
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Carpini aproveitou para cobrar evolução individual dos jogadores, destacando que, coletivamente, a equipe vem mostrando organização. “Hoje eu vejo, pelos últimos jogos e quantidade de erros grandes, tanto defensivo quanto ofensivo… Enfatizaria, se tivesse mais tempo, tentar melhorar o atleta, mais trabalho individual do que coletivo”, declarou.
“Coletivamente, a equipe é organizada, com comportamentos bem definidos. Ficaria incomodado se fosse uma equipe improdutiva, mas chegamos no terço final, finalizamos… até esse ponto de produzir a gente consegue, daí em diante a gente precisa melhorar individualmente, cada um fazer essa autocrítica”, analisou o treinador.
ASSUMIU A BRONCA
Apesar das críticas, Carpini não se eximiu da responsabilidade. “Não estou transferindo isso para os atletas. Sou o responsável por tudo isso. Precisamos assimilar todas as críticas. Ser fortes e maduros para dar uma resposta. São tantos bons exemplos do ano passado e outros ruins que a gente tenta trazer para esse momento. Hoje essa é a nossa maior dificuldade: evoluir individualmente. A gente fica incomodado, chateado.”





































































































































