Carioca: Marcinho se emociona após retorno ao Botafogo: 'Não tive força para comemorar'
Lateral ficou fora de combate por dez meses para se recuperar de uma ruptura no ligamento cruzado do joelho direito
Lateral ficou fora de combate por dez meses para se recuperar de uma ruptura no ligamento cruzado do joelho direito
Rio de Janeiro, RJ, 23 – Um dos principais jogadores da vitória do Botafogo por 2 a 1 sobre o Nova Iguaçu, na última quinta-feira, na estreia da Taça Rio – o segundo turno do Campeonato Carioca -, o lateral-direito Marcinho se emocionou com o retorno aos gramados após 10 meses fora de combate para se recuperar de uma ruptura no ligamento cruzado do joelho direito.
“No momento em que saiu a jogada do gol e o time foi comemorar, eu não tive nem força para ir. Fiquei pensando em tudo o que tinha passado, dos momentos difíceis, na dor da fisioterapia. Queria até aproveitar o espaço para agradecer os meus fisioterapeutas, todo mundo que esteve comigo todo esse tempo me ‘aturando’ no vestiário porque não foi fácil, foi bem complicado”, disse o jogador em entrevista coletiva nesta sexta-feira.
Marcinho começou a jogada que culminou com o primeiro gol, marcado por Kieza, deu bons dribles e fez uma partida consistente tanto na defesa quanto no ataque. Antes da partida, no entanto, o lateral-direito revelou que esteve inseguro e muito nervoso com o seu retorno.

“Estava muito, muito nervoso. Fiquei o dia anterior inteiro pensando como seria, nem lembrava mais. Foi uma sensação diferente parecia que eu estava vivendo uma coisa muito nova, pois eu não sabia como o meu corpo iria se comportar, mas acabou que quando a bola rolou, eu me soltei e foi muito bom”, contou.
PÉS NO CHÃO
O lateral-direito de 21 anos fez apenas o seu 12.º jogo pelo time principal do Botafogo. Sem ele e Luís Ricardo, também lesionado, e com a oscilação de Arnaldo, a equipe carioca sofreu com problemas na posição em 2017. Para Marcinho, agora sob o comando do técnico Alberto Valentim, o time tem que manter os pés no chão para evoluir aos poucos.
“Temos que estar sempre com o pé no cão. A gente tem consciência do quanto temos a evoluir nesse início de trabalho com o Valentim, sabemos o que podemos dar e o que podemos alcançar. O grupo está bem consciente e com uma mesma ideia. O nosso foco é ganhar esses jogos e classificar para a semifinal”, afirmou.





































































































































